Presidente do Egito pede que Islã proteste contra charges sobre Maomé
Presidente do Egito pede que Islã proteste contra charges sobre Maomé
Em seu discurso comemorativo do aniversário do profeta Maomé, o presidente do Egito, Hosni Mubarak, pediu que os muçulmanos se unam para protestar contra a republicação das charges ofensivas sobre o profeta.
Ele afirmou que é necessário que os países muçulmanos unam suas vozes em nome de seus povos "contra qualquer um que tente ferir o profeta e subestimar os sentimentos da nação islâmica e seus santuários sagrados".
"Comemoramos este ano o aniversário do profeta, enquanto nossa nação islâmica enfrenta fortes ventos e vários riscos de fora", disse Mubarak, para um público de especialistas em islamismo de diferentes países.
O presidente egípicio salientou que estas atitudes, no caso a publicação das charges, levam os muçulmanos a um caminho de conflito, fato que poderia se reproduzir por todo o mundo.
"Esta campanha contra o profeta, com a desculpa de liberdade de expressão e o diálogo entre civilizações, não vai esconder o grande prestígio de sua mensagem de paz", afirmou Mubarak.
Segundo relata a agência de notícias Efe, há cerca de um mês, os jornais dinamarqueses resolveram publicar novamente as polêmicas charges em que o profeta Maomé, sagrado para o Islã, aparece com um turbante em formato de bomba. De acordo com os jornais, a republicação é uma forma de protesto contra a tentativa de assassinato do desenhista Kurt Westergaard.
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