Presidente do Egito diz que preferia deportar jornalistas da Al Jazeera detidos no país
Pelo menos dez jornalistas da Al Jazeera foram condenados no Egito.
Atualizado em 07/07/2014 às 09:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente do Egito, Abdel Fatah al Sissi, anunciou que preferia deportar os três jornalistas do canal árabe Al Jazeera condenados à prisão antes de promover um julgamento, informou o jornal Al Masri al Yum , no último domingo (6/7).
Crédito:Reprodução Presidente diz que condenação dos jornalistas causou imagem negativa ao Egito
De acordo com o jornal, Sissi alegou que a condenação dos profissionais teve um "efeito muito negativo" e o governo "não teve nada a ver". As declarações foram feitas durante um encontro com chefes de redação.
"Teria preferido sua deportação após a detenção a um julgamento", acrescentou, sem esclarecer como Mohamed Fadel Fahmy e Baher Mohamed, que possuem nacionalidade egípcia, poderiam ter sido expulsos do país.
Todos foram considerados culpados por suposta colaboração com o grupo político-religioso Irmandade Muçulmana. Além de Fahmy e Mohamed, o australiano Peter Greste, correspondente do canal no Quênia foi condenado a sete anos de reclusão.
A decisão gerou reações internacionais, como a dos Estados Unidos, que classificaram a sentença como "arrepiante e draconiana" e solicitou ao governo a comutar as penas para poder libertar os jornalistas.
Crédito:Reprodução Presidente diz que condenação dos jornalistas causou imagem negativa ao Egito
De acordo com o jornal, Sissi alegou que a condenação dos profissionais teve um "efeito muito negativo" e o governo "não teve nada a ver". As declarações foram feitas durante um encontro com chefes de redação.
"Teria preferido sua deportação após a detenção a um julgamento", acrescentou, sem esclarecer como Mohamed Fadel Fahmy e Baher Mohamed, que possuem nacionalidade egípcia, poderiam ter sido expulsos do país.
Todos foram considerados culpados por suposta colaboração com o grupo político-religioso Irmandade Muçulmana. Além de Fahmy e Mohamed, o australiano Peter Greste, correspondente do canal no Quênia foi condenado a sete anos de reclusão.
A decisão gerou reações internacionais, como a dos Estados Unidos, que classificaram a sentença como "arrepiante e draconiana" e solicitou ao governo a comutar as penas para poder libertar os jornalistas.





