Presidente do Egito avalia libertar repórteres da Al-Jazeera presos no país
Uma audiência de apelação deve ocorrer no dia 1º de janeiro
Atualizado em 21/11/2014 às 14:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, avalia a possibilidade de conceder indulto aos três jornalistas da Al-Jazeera, condenados em junho a longas penas de prisão no país. de 2015.
Crédito:Divulgação Presidente egípcio quer libertar jornalistas para abafar pressão internacional
De acordo com a AFP, a notícia foi anunciada no dia seguinte à promulgação pela Presidência de um decreto que autoriza a extradição de estrangeiros condenados. A medida visa "preservar a imagem do Egito internacionalmente", segundo comunicado da presidência. "Se determinarmos que esta medida é apropriada para a segurança nacional, então a adotaremos", acrescentou Sisi.
A sentença das penas de sete a dez anos de prisão do egípcio-canadense Mohamed Fadel Fahmy, do australiano Peter Greste e do egípcio Baher Mohamed, que trabalhavam para a rede do Catar, provocou comoção internacional.
Em junho deste ano, os repórteres Mohamed Fadel Fahmy, Peter Greste e Baher Mohamed, que trabalhavam para a rede do Catar, foram condenados de sete a dez anos de prisão. A medida provocou comoção e apelo internacional.
Os profissionais foram acusados de divulgar "falsas informações" e apoiar a Irmandade Muçulmana. Sisi lidera uma intensa repressão desde sua chegada à Presidência após a derrubada e prisão de Mohamed Mursi, primeiro presidente democraticamente eleito do país.
Crédito:Divulgação Presidente egípcio quer libertar jornalistas para abafar pressão internacional
De acordo com a AFP, a notícia foi anunciada no dia seguinte à promulgação pela Presidência de um decreto que autoriza a extradição de estrangeiros condenados. A medida visa "preservar a imagem do Egito internacionalmente", segundo comunicado da presidência. "Se determinarmos que esta medida é apropriada para a segurança nacional, então a adotaremos", acrescentou Sisi.
A sentença das penas de sete a dez anos de prisão do egípcio-canadense Mohamed Fadel Fahmy, do australiano Peter Greste e do egípcio Baher Mohamed, que trabalhavam para a rede do Catar, provocou comoção internacional.
Em junho deste ano, os repórteres Mohamed Fadel Fahmy, Peter Greste e Baher Mohamed, que trabalhavam para a rede do Catar, foram condenados de sete a dez anos de prisão. A medida provocou comoção e apelo internacional.
Os profissionais foram acusados de divulgar "falsas informações" e apoiar a Irmandade Muçulmana. Sisi lidera uma intensa repressão desde sua chegada à Presidência após a derrubada e prisão de Mohamed Mursi, primeiro presidente democraticamente eleito do país.





