Presidente do Corinthians discute com comentarista do SporTV ao vivo

Mário Gobbi se irritou quando Wagner Vilaron disse que membros de torcidas organizadas "vivem do Corinthians".

Atualizado em 06/10/2014 às 18:10, por Redação Portal IMPRENSA.

Nesta segunda-feira (6/10), o presidente do Corinthians, Mário Gobbi, foi convidado especial do programa "Arena SporTV". Quando o tema da conversa passou a ser a violência nos estádios e torcidas organizadas, o dirigente se irritou com um comentário do jornalista Wagner Vilaron.
Crédito:Reprodução Dirigente disse que jornalista estava sendo preconceituoso
Segundo o UOL, Gobbi argumentava que o Corinthians, enquanto instituição, não poderia ser punido por conta de confusões nas arquibancadas. Villaron então disse que o clube tem responsabilidade, pois os membros das torcidas organizadas "vivem do Corinthians'. "Não ajudo nada, não vivem do Corinthians", rebateu o dirigente.
"O que eu posso fazer? Saio do meu camarote e vou lá pedir para parar? Tenha santa paciência! O fato de eu conversar não significa que eu concordo com isso aí. Você está muito enganado, Vilaron. E muito preconceituoso", continuou Gobbi. O jornalista insistiu dizendo que os torcedores vivem do clube, pois utilizam a marca do Corinthians em uniformes e bandeiras.
O dirigente, porém, interpretou a afirmação como se o Corinthians, de alguma forma, financiasse as torcidas organizadas - o que o deixou ainda mais irritado. "Você está mentindo. Então você prove. Usar marca todo mundo usa, mas não vivem do clube. Na minha gestão não vive ninguém do clube. As torcidas organizadas existem desde que eu sou pequeno. A violência nos estádios acontece desde que sou pequeno. E nunca vi ninguém resolver o problema. Na cabecinha de vocês, nós ajudamos eles. Ajudamos vírgula. Eu não, cara-pálida. Não generalize", continuou.
O apresentador Alexandre Oliveira interrompeu a discussão para dar a palavra ao atacante Alan Kardec, do São Paulo, outro convidado do programa. No fim da atração, Gobbi pediu desculpas a Villaron e disse que a discussão não foi pessoal, mas uma "troca de ideias".
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