Presidente Dilma se pronuncia sobre morte de cinegrafista e coloca PF à disposição
A presidente Dilma Rousseff usou seu perfil no Twitter para se posicionar acerca da morte do cinegrafista Santiago Andrade, do Grupo Bandeirantes, atingido por um rojão durante os protestos contra o aumento das passagens de ônibus no Rio de Janeiro na última quinta-feira (6/2).
Atualizado em 10/02/2014 às 18:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Crédito:Reprodução Presidente pediu que Polícia Federal investigue o caso
No microblog, a presidente lamentou a morte do cinegrafista: “A morte cerebral do cinegrafista Santiago Andrade, anunciada hoje, revolta e entristece.”
Em seguida, Dilma ressaltou que a democracia dá o espaço para as manifestações, porém, alerta para a violência como desvirtuação dos protestos. “Não é admissível que os protestos democráticos sejam desvirtuados por quem não tem respeito por vidas humanas. A liberdade de manifestação é um princípio fundamental da democracia e jamais pode ser usada para matar, ferir, agredir e ameaçar vidas humanas, nem depredar patrimônio público ou privado.”
Para ajudar nas investigações e na apuração dos possíveis envolvidos, a presidente colocou à disposição a Polícia Federal, de forma que ela possa colaborar com as autoridades do Rio de Janeiro. “Determinei à PF que apoie, no que for necessário, as investigações para a aplicação da punição cabível.”





