Presidente de sindicato repudia morte de jornalista no interior do RJ e cobra justiça

No último sábado (15/2), o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Sul Fluminense, JC Moreira, divulgou nota em repúdio à morte do jornalista Pedro Palma, assassinado na noite de quinta-feira (13/2) em Miguel Pereira, ao sul do estado do Rio de Janeiro (RJ).

Atualizado em 17/02/2014 às 09:02, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução/Facebook Polícia ainda não tem informações sobre assassinos de Pedro Palma (foto)
Segundo a Folhapress, a nota pede o esclarecimento do assassinato. "Queremos que o crime seja solucionado. O jornalista fala a verdade e acaba assassinado brutalmente”, escreveu. O jornalista tinha 47 anos e, de acordo com a Polícia, foi atingido por três tiros, disparados por dois homens que estavam em uma moto. Ele foi alvejado no ombro direito e no peito. O caso foi registrado na 96ª DP (Miguel Pereira).
O delegado responsável pela investigação, Murilo Montanha, disse que o jornalista chegou em casa por volta das 19h30, quando foi surpreendido pelos pistoleiros em frente ao portão da residência onde morava com a mulher e uma filha. Palma era dono do Panorama Regional , criado em 1994. "O jornal informava sobre tudo que é irregular, e isto nem sempre agrada todos", disse.
Montanha afirmou que ninguém foi detido e que, por enquanto, não há suspeitos. Ele informa que aguarda as imagens da câmera de segurança da residência da vítima e o depoimento de familiares para investigar o caso. O corpo de Palma foi velado e enterrado na última sexta-feira (14/2), no Cemitério de Barro Branco, em Paty do Alferes (RJ).