Presidente de associação de jornalistas pede 'maior abertura' das fontes em Angola
A presidente da Associação das Mulheres Jornalistas de Angola (Amuja), Edith Daniel, afirmou, nesta terça-feira (6), que é necessário haver
Atualizado em 06/12/2011 às 14:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
"maior abertura das fontes de informação", para possibilitar que os profissionais de imprensa levem a público "informações concretas e reais". As informações são da .
"Para além da necessidade de haver maior abertura, há também a necessidade dos jornalistas apostarem na formação e investigação, a fim de se capacitarem antes de abordar uma determinada fonte. Se não houver uma preparação prévia, o jornalista não será capaz de sacar, da fonte, as informações que necessita, correndo o risco de publicar dados errados", disse Edith.
Segundo ela, o jornalista é "uma parte importante da sociedade", e deve "saber diferenciar o certo do errado", evitando a publicação de notícias "falsas".
"O jornalista tem responsabilidades acrescidas na sociedade, portanto, deve evitar a publicação de notícias que fomentem o ódio, a discórdia entre os angolanos. O nosso papel é informar, formar e educar, com responsabilidade e rigor", concluiu.
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"Para além da necessidade de haver maior abertura, há também a necessidade dos jornalistas apostarem na formação e investigação, a fim de se capacitarem antes de abordar uma determinada fonte. Se não houver uma preparação prévia, o jornalista não será capaz de sacar, da fonte, as informações que necessita, correndo o risco de publicar dados errados", disse Edith.
Segundo ela, o jornalista é "uma parte importante da sociedade", e deve "saber diferenciar o certo do errado", evitando a publicação de notícias "falsas".
"O jornalista tem responsabilidades acrescidas na sociedade, portanto, deve evitar a publicação de notícias que fomentem o ódio, a discórdia entre os angolanos. O nosso papel é informar, formar e educar, com responsabilidade e rigor", concluiu.
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