Presidente da Venezuela chama jornais norte-americanos de “mídia canalha”
Presidente se irritou com a informação divulgada pelos veículos
Atualizado em 23/09/2014 às 11:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, teceu críticas contra os últimos editoriais das publicações americanas The Washington Post e The New York Times , os quais classificou como "mídia canalha". A declaração foi feita na última segunda-feira (22/9) quando anunciou sua participação na 69ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Crédito:Agência Brasil Maduro classificou jornais americanos como "mídia canalha"
O sobre o governo e o possível ingresso do país no Conselho de Segurança da ONU. Maduro se disse "surpreendido" pelo tratamento dado pelos jornais e que os textos foram redigidos pela mesma "pluma", uma vez que dizem "as mesmas sandices e mentiras sobre a Venezuela".
"Senhores do The Washington Post , esta pessoa que está aqui, vai para lá, para Nova York. Lá nos vemos, pois esperam por mim lá. Vou levar com humildade a verdade de nossa pátria", criticou.
Em 2013, o político não participou da Assembleia ao acusar dos EUA de condicionar sua presença depois de questionar que viajasse em um avião cubano, algo que o país negou e também por rejeitar o visto a um de seus ministros.
Crédito:Agência Brasil Maduro classificou jornais americanos como "mídia canalha"
O sobre o governo e o possível ingresso do país no Conselho de Segurança da ONU. Maduro se disse "surpreendido" pelo tratamento dado pelos jornais e que os textos foram redigidos pela mesma "pluma", uma vez que dizem "as mesmas sandices e mentiras sobre a Venezuela".
"Senhores do The Washington Post , esta pessoa que está aqui, vai para lá, para Nova York. Lá nos vemos, pois esperam por mim lá. Vou levar com humildade a verdade de nossa pátria", criticou.
Em 2013, o político não participou da Assembleia ao acusar dos EUA de condicionar sua presença depois de questionar que viajasse em um avião cubano, algo que o país negou e também por rejeitar o visto a um de seus ministros.





