Presidente da França acusa imprensa de preconceito
Presidente da França acusa imprensa de preconceito
Na última terça-feira (6), o presidente francês Nicolas Sarkozy acusou diversos órgãos de imprensa, como a France Presse, o Le Parisien e o L'Express , de preconceito por não terem publicado a notícia sobre o veredito do Tribunal de Rennes, que considerou Segolène Royal culpada de não pagar devidamente o salário de seus assistentes. Segolène foi a adversária de Sarkozy nas últimas eleições da França.
O partido do presidente, a UMP, acusou também a France Presse de "censura" por não ter dado a notícia de um dos comunicados de imprensa do partido. Frente às queixas de Sarkozy e da UMP, a Federação Européia de Jornalistas (FEJ) afirmou que a imprensa não é obrigada a relatar todas as informações sobre o presidente ou o partido do governo, e lembrou que Segolène Royal já acusou a France Presse de ser tendenciosa, o que demonstraria a imparcialidade da agência de notícias.
"Enquanto candidato, Sarkozy garantiu-nos que acreditava que a imprensa era um elemento-chave da vida democrática, mas parece que se esqueceu desses princípios como presidente e agora não hesita em gritar 'censura' quando ela não relata as notícias como ele quer. Estamos chocados com este comportamento", finalizou Arne König, presidente da FEJ.
As informações são do site dos Jornalistas Online.
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