O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, criticou a violência contra jornalistas na última segunda-feira (28/7) em entrevista ao programa "Redação Nacional", da Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
Crédito:Divulgação Presidente da Fenaj critica onda de violência contra a imprensa no Brasil
Durante a conversa, um dos casos relembrados foi o que ocorreu na última quinta-feira (24/7), quando repórteres fotográficos e cinematográficos realizam a cobertura jornalística da soltura de manifestantes que estavam presos no RJ.
De acordo com Schröder, desde 2013, 113 jornalistas foram agredidos, incluindo a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Band, atingido por um rojão enquanto cobria um protesto contra o aumento de passagens de ônibus no Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano. "Houve uma explosão de violência", ressaltou.
Para ele, eventuais discordâncias com a linha editorial das empresas de comunicação não justificam qualquer tentativa de atrapalhar ou mesmo impedir o trabalho de jornalistas. "A violência precisa ser contida em todas as ações legais e políticas e, principalmente com um basta da sociedade", ponderou.
"Essa ação é inaceitável. Estamos acompanhando com muita preocupação e repudiamos as agressões. Essa atitude não representa, no nosso ponto de vista, as aspirações reais do movimento social", ressaltou.
A matéria relatada pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) propõe que os crimes contra jornalistas sejam levados à instância Federal só no caso de ferirem a liberdade de imprensa e por meio de um mecanismo constitucional chamado deslocamento de competência (IDC).
Crédito:Divulgação Presidente da Fenaj critica onda de violência contra a imprensa no Brasil
Durante a conversa, um dos casos relembrados foi o que ocorreu na última quinta-feira (24/7), quando repórteres fotográficos e cinematográficos realizam a cobertura jornalística da soltura de manifestantes que estavam presos no RJ.
De acordo com Schröder, desde 2013, 113 jornalistas foram agredidos, incluindo a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Band, atingido por um rojão enquanto cobria um protesto contra o aumento de passagens de ônibus no Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano. "Houve uma explosão de violência", ressaltou.
Para ele, eventuais discordâncias com a linha editorial das empresas de comunicação não justificam qualquer tentativa de atrapalhar ou mesmo impedir o trabalho de jornalistas. "A violência precisa ser contida em todas as ações legais e políticas e, principalmente com um basta da sociedade", ponderou.
"Essa ação é inaceitável. Estamos acompanhando com muita preocupação e repudiamos as agressões. Essa atitude não representa, no nosso ponto de vista, as aspirações reais do movimento social", ressaltou.
O presidente comentou também o apoio da Fenaj à federalização de crimes contra jornalistas e a criação de um observatório que lutaria por um encaminhamento mais eficaz à punição dos crimes.
A matéria relatada pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) propõe que os crimes contra jornalistas sejam levados à instância Federal só no caso de ferirem a liberdade de imprensa e por meio de um mecanismo constitucional chamado deslocamento de competência (IDC).


