Presidente da EBC apresenta planejamento estratégico para o decênio 2012-2022
O presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Nelson Breve, defendeu em audiência realizada no Conselho de Comunicação Social, na última segunda-feira (1/7), a conclusão de um sistema público de transmissão digital.
Atualizado em 02/07/2013 às 12:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Ele acrescentou que a emissora pretende ser referência em comunicação pública nos próximos anos com a difusão de conteúdos que contribuam para a formação crítica da população.
Crédito:Agência Brasil Presidente da EBC apresentou projetos da entidade para os próximos dez anos
De acordo com a Agência Senado, ao lado da presidente do conselho curador da EBC, Ana Luiza Fleck Saibro, Breve apresentou informações sobre o planejamento estratégico da emissora no decênio 2012-2022 e afirmou que a instalação de equipamentos do Operador Nacional da Rede Pública Digital, a serem usados por emissoras públicas estatais, vem sendo debatida mas ainda não foi incluída entre as prioridades do governo.
Breve registrou ainda que, há cinco anos, com a regulamentação da complementaridade dos sistemas privado, publico e estatal de radiodifusão, houve a consolidação de uma rede pública de rádio e TV, graças à incorporação da Radiobrás pela EBC.
Além de divulgar a quantia investida para fortalecer a comunicação pública e “recuperar 60 anos de atraso em relação aos demais canais”, o presidente destacou que a EBC está presente em 1.780 municípios de 24 estados, leva programação a 65 países e vem reforçando seu quadro pessoal com a realização de concursos públicos.
Ele disse também que a empresa mantém um bom relacionamento com entidades da sociedade civil organizada, defendeu as produções independentes e observou que a emissora mantém um banco de projetos desse tipo.
Quanto à publicidade comercial, Breve afirmou que a EBC “limita-se a cumprir a lei”, que só permite a publicidade institucional. Ele contou, porém, que a emissora vai buscar recursos para obter independência financeira, bem como ampliar a sua receita com a prestação de serviços.
“Não vamos disputar audiência da cerveja, automóveis. Seria contra-senso fazer o que a gente critica. Não há risco de entrarmos nessa seara. Somos contra empresas de comunicação pública que abrem exceção para publicidade comercial. Temos produtos diferenciados. não estamos disputando o bolo publicitário das empresas privadas”, disse.
A mesma posição foi defendida pela presidente do conselho curador da EBC. Ana Luiza explicou que o conselho consultivo, formado por 22 pessoas, das quais 15 representantes da sociedade civil, é responsável por determinar a linha editorial dos veículos da emissora. O conselho divide-se em seis câmaras temáticas e, segundo ela, vem ampliando a discussão com a sociedade.
Crédito:Agência Brasil Presidente da EBC apresentou projetos da entidade para os próximos dez anos
De acordo com a Agência Senado, ao lado da presidente do conselho curador da EBC, Ana Luiza Fleck Saibro, Breve apresentou informações sobre o planejamento estratégico da emissora no decênio 2012-2022 e afirmou que a instalação de equipamentos do Operador Nacional da Rede Pública Digital, a serem usados por emissoras públicas estatais, vem sendo debatida mas ainda não foi incluída entre as prioridades do governo.
Breve registrou ainda que, há cinco anos, com a regulamentação da complementaridade dos sistemas privado, publico e estatal de radiodifusão, houve a consolidação de uma rede pública de rádio e TV, graças à incorporação da Radiobrás pela EBC.
Além de divulgar a quantia investida para fortalecer a comunicação pública e “recuperar 60 anos de atraso em relação aos demais canais”, o presidente destacou que a EBC está presente em 1.780 municípios de 24 estados, leva programação a 65 países e vem reforçando seu quadro pessoal com a realização de concursos públicos.
Ele disse também que a empresa mantém um bom relacionamento com entidades da sociedade civil organizada, defendeu as produções independentes e observou que a emissora mantém um banco de projetos desse tipo.
Quanto à publicidade comercial, Breve afirmou que a EBC “limita-se a cumprir a lei”, que só permite a publicidade institucional. Ele contou, porém, que a emissora vai buscar recursos para obter independência financeira, bem como ampliar a sua receita com a prestação de serviços.
“Não vamos disputar audiência da cerveja, automóveis. Seria contra-senso fazer o que a gente critica. Não há risco de entrarmos nessa seara. Somos contra empresas de comunicação pública que abrem exceção para publicidade comercial. Temos produtos diferenciados. não estamos disputando o bolo publicitário das empresas privadas”, disse.
A mesma posição foi defendida pela presidente do conselho curador da EBC. Ana Luiza explicou que o conselho consultivo, formado por 22 pessoas, das quais 15 representantes da sociedade civil, é responsável por determinar a linha editorial dos veículos da emissora. O conselho divide-se em seis câmaras temáticas e, segundo ela, vem ampliando a discussão com a sociedade.





