Preocupado com possíveis agitações populares, governo chinês bloqueia site LinkedIn
Preocupado com possíveis agitações populares, governo chinês bloqueia site LinkedIn
Atualizado em 25/02/2011 às 12:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Temendo que ocorra uma organização da população pela internet, o governo chinês bloqueou o site de relacionamentos LinkedIn. A ação é parte de um cerco oficial maior iniciado nas últimas semanas perante a turbulência que ocorre no Oriente Médio, segundo a Folha de S.Paulo . Outros sites de relacionamento já são bloqueados pela censura chinesa como o Twitter e o Facebook.
O bloqueio é uma tentativa de impedir que convocações para protestos se alastrem pelo país, como foi feito no ultimo domingo uma convocação para que as pessoas fossem às ruas em 13 cidades chinesas, porém só ocorreram em Pequim e Xangai.
Na terça, 22, foi divulgado no site boxun.com, escrito em mandarim mas sediado nos EUA, uma convocação popular chamando os chineses a ir todos os domingos às 14h aos locais marcados para o último fim de semana.O texto também defendia mais independência do Judiciário, combate à corrupção e abertura política.
Em reação a agitação que pode se iniciar, o governo chinês tem sido mais enérgico no tratamento dado a ativistas políticos. Grupos de direitos humanos afirmam que cerca de cem críticos do governos estão em prisão domiciliar ou detidos pela polícia.
O bloqueio a sites e censuras impostas na internet é recorrente na China. O Partido Comunista Chinês tem demonstrado preocupação com o risco de protestos e algo similar ao que ocorreu no Egito e Tunísia aconteça também no país asiático. O dirigente do partido, Chen Jiping, declarou essa semana que a China enfrenta um momento interno difícil devido a "forças hostis ocidentais".
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O bloqueio é uma tentativa de impedir que convocações para protestos se alastrem pelo país, como foi feito no ultimo domingo uma convocação para que as pessoas fossem às ruas em 13 cidades chinesas, porém só ocorreram em Pequim e Xangai.
Na terça, 22, foi divulgado no site boxun.com, escrito em mandarim mas sediado nos EUA, uma convocação popular chamando os chineses a ir todos os domingos às 14h aos locais marcados para o último fim de semana.O texto também defendia mais independência do Judiciário, combate à corrupção e abertura política.
Em reação a agitação que pode se iniciar, o governo chinês tem sido mais enérgico no tratamento dado a ativistas políticos. Grupos de direitos humanos afirmam que cerca de cem críticos do governos estão em prisão domiciliar ou detidos pela polícia.
O bloqueio a sites e censuras impostas na internet é recorrente na China. O Partido Comunista Chinês tem demonstrado preocupação com o risco de protestos e algo similar ao que ocorreu no Egito e Tunísia aconteça também no país asiático. O dirigente do partido, Chen Jiping, declarou essa semana que a China enfrenta um momento interno difícil devido a "forças hostis ocidentais".
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