Prédio da “Tribuna da Imprensa” pode ser reformado no RJ
Secretaria de Conservação e Serviços do RJ irá notificar o proprietário do prédio do antigo jornal para que seja feita uma reforma no local.
Atualizado em 28/08/2014 às 17:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Secretaria de Conservação e Serviços Públicos do Rio de Janeiro vai notificar o proprietário do prédio do extinto jornal Tribuna da Imprensa para que sejam feitas reformas no local. Fundado pelo jornalista Carlos Lacerda, o diário possui uma , sob o comando de Hélio Fernandes.
Crédito:Reprodução/Andradetelis Prédio abrigou o jornal de Carlos Lacerda
Segundo O Dia , a notificação foi anunciada após uma reportagem do jornal sobre o abandono do edifício histórico, na última quarta-feira (27/8). Uma equipe de engenheiros do órgão vistoriou o imóvel, localizado na Rua do Lavradio, na Lapa, para verificar as condições da estrutura do prédio. Na inspeção, técnicos constataram que não há indício de risco iminente de desabamento.
Entretanto, o imóvel está em mau estado de conservação e precisa ser reformado. Entretanto, quaisquer obras no edifício são de responsabilidade do proprietário. A Defesa Civil informou que a documentação referente à vistoria será encaminhada para os órgãos competentes para que sejam tomadas as devidas providências no caso. Questionado, o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade informou que o prédio não é tombado, apesar de sua importância histórica.
“É uma pena ver a situação em que ele se encontra. Lamento profundamente porque é um patrimônio da cidade e do jornalismo nacional. A ‘Tribuna’ foi um jornal de luta que marcou época”, disse o conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) Paulo Jerônimo. O jornalista vai levar o caso à entidade para que ela se posicione a respeito. A ideia é tentar preservar de alguma forma o rico acervo de imagens que permanece no prédio em condições precárias.
Foi naquele edifício - protegido pela Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) - que o jornalista Carlos Lacerda fundou a Tribuna da Imprensa , jornal que fez oposição a Getúlio Vargas durante décadas. Depois que Lacerda assumiu o Palácio da Guanabara, o veículo passou pelas mãos de Manuel Francisco do Nascimento Brito e foi entregue ao jornalista Hélio Fernandes, que dirige o diário desde 1962. Procurado, ele não quis comentar o assunto.
Crédito:Reprodução/Andradetelis Prédio abrigou o jornal de Carlos Lacerda
Segundo O Dia , a notificação foi anunciada após uma reportagem do jornal sobre o abandono do edifício histórico, na última quarta-feira (27/8). Uma equipe de engenheiros do órgão vistoriou o imóvel, localizado na Rua do Lavradio, na Lapa, para verificar as condições da estrutura do prédio. Na inspeção, técnicos constataram que não há indício de risco iminente de desabamento.
Entretanto, o imóvel está em mau estado de conservação e precisa ser reformado. Entretanto, quaisquer obras no edifício são de responsabilidade do proprietário. A Defesa Civil informou que a documentação referente à vistoria será encaminhada para os órgãos competentes para que sejam tomadas as devidas providências no caso. Questionado, o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade informou que o prédio não é tombado, apesar de sua importância histórica.
“É uma pena ver a situação em que ele se encontra. Lamento profundamente porque é um patrimônio da cidade e do jornalismo nacional. A ‘Tribuna’ foi um jornal de luta que marcou época”, disse o conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) Paulo Jerônimo. O jornalista vai levar o caso à entidade para que ela se posicione a respeito. A ideia é tentar preservar de alguma forma o rico acervo de imagens que permanece no prédio em condições precárias.
Foi naquele edifício - protegido pela Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) - que o jornalista Carlos Lacerda fundou a Tribuna da Imprensa , jornal que fez oposição a Getúlio Vargas durante décadas. Depois que Lacerda assumiu o Palácio da Guanabara, o veículo passou pelas mãos de Manuel Francisco do Nascimento Brito e foi entregue ao jornalista Hélio Fernandes, que dirige o diário desde 1962. Procurado, ele não quis comentar o assunto.





