“Precisamos aumentar nossa relevância para o mercado publicitário”, diz Melzer
A retomada da relevância dos jornais perante o mercado publicitário deu o tom no painel “Os jornais em movimento”, realizado na tarde desta terça (19/08) no 10º Congresso Brasileiro de Jornais, em São Paulo.
Atualizado em 19/08/2014 às 18:08, por
Rodrigo Álvares.
“Precisamos aproveitar o aumento de consumo de informação para aumentar nossa relevância”, declarou à plateia o presidente do Grupo RBS, Eduardo Melzer.
De acordo com ele, o que inspirou a Associação Nacional de Jornais (ANJ) a adotar uma estratégia mais agressiva de publicidade é uma “não-aceitação de um cenário que estava sendo montado”. Melzer usou o esvaziamento das indústrias fonográfica e fotográfica para ilustrar o cenário atual do jornalismo.
Ao se despedir, pediu aos publicitários presentes que se unam às empresas de comunicação: “Nos ajudem a encontrar uma solução”.
Em seguida, foi a vez Ana Amélia Filizola – diretora da Unidade de Jornais do Grupo GRPCOM. Ela apresentou o projeto “Jornais em Movimento”, promovido pela ANJ. Foi realizada uma imersão de dois dias entre os principais publishers do País para debater os problemas do setor em relação às necessidades do mercado publicitário.
“As empresas são multiplataformas. Queremos ressignificar o termo “jornal”. "Jornal não é papel, é tudo isso nos mais diversos dispositivos”, disse. Ela também apresentou alguns dados de estudo feito pela Ipsos Estudos Marplan para embasar este conceito, como: 62% dos leitores dedicam atenção exclusiva ao jornal quando começam a ler e 39,3% dos leitores presta mais atenção aos anúncios em veículos impressos.
“Somos multiplataformas e temos longo alcance, mas temos dificuldade para traduzir esses números para vocês [publicitários]”, afirmou Ana. Segundo ela, os jornais estão trabalhando com institutos para criar novos modelos de métrica que apresente a audiência consolidada de todas as plataformas.
Ao final, o publicitário Luís Lara, CEO da Lew’Lara/TBWA, apresentou detalhes da nova campanha publicitária da ANJ para apresentar o reposicionamento dos jornais para recuperar terreno no mercado publicitário.
De acordo com ele, o que inspirou a Associação Nacional de Jornais (ANJ) a adotar uma estratégia mais agressiva de publicidade é uma “não-aceitação de um cenário que estava sendo montado”. Melzer usou o esvaziamento das indústrias fonográfica e fotográfica para ilustrar o cenário atual do jornalismo.
Ao se despedir, pediu aos publicitários presentes que se unam às empresas de comunicação: “Nos ajudem a encontrar uma solução”.
Em seguida, foi a vez Ana Amélia Filizola – diretora da Unidade de Jornais do Grupo GRPCOM. Ela apresentou o projeto “Jornais em Movimento”, promovido pela ANJ. Foi realizada uma imersão de dois dias entre os principais publishers do País para debater os problemas do setor em relação às necessidades do mercado publicitário.
“As empresas são multiplataformas. Queremos ressignificar o termo “jornal”. "Jornal não é papel, é tudo isso nos mais diversos dispositivos”, disse. Ela também apresentou alguns dados de estudo feito pela Ipsos Estudos Marplan para embasar este conceito, como: 62% dos leitores dedicam atenção exclusiva ao jornal quando começam a ler e 39,3% dos leitores presta mais atenção aos anúncios em veículos impressos.
“Somos multiplataformas e temos longo alcance, mas temos dificuldade para traduzir esses números para vocês [publicitários]”, afirmou Ana. Segundo ela, os jornais estão trabalhando com institutos para criar novos modelos de métrica que apresente a audiência consolidada de todas as plataformas.
Ao final, o publicitário Luís Lara, CEO da Lew’Lara/TBWA, apresentou detalhes da nova campanha publicitária da ANJ para apresentar o reposicionamento dos jornais para recuperar terreno no mercado publicitário.
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