Pouco tempo para apuração gera mais riscos para jornalistas em países em guerra
A recente morte de dois jornalistas na cidade de Homs, na Síria, ampliou a preocupação com a segurança de repórteres envolvidos na coberturade guerra.
Atualizado em 24/02/2012 às 17:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Philippe Rochot, repórter da France 2, revela que como a transmissão de imagens acontece de forma cada vez mais rápida com a internet "a informação se tornou um produto de consumo imediato, é preciso fazer tudo rápido. Por isso, existem menos precauções tomadas para se preparar".
Segundo a ONG Repórter Sem Fronteiras 66 jornalistas foram mortos em 2011 em regiões de conflito, contra 57 mortos em 2010.
Com informações da Exame.com






