Por "razões desconhecidas", Cuba impede viagem de jornalista pela 3ª vez em 5 meses
A jornalista independente iria para os Estados Unidos participar de um programa de intercâmbio profissional.
A Segurança do Estado Cubano impediu neste fim de semana a jornalista Anay Remón de deixar o país pela terceira vez nos últimos cinco meses. Isso já faz parte da rotina de muitos profissionais que atuam na defesa dos direitos humanos e os que criticam politicamente o regime de Miguel Díaz-Canel.
Crédito:Reprodução Cubanet Anay tinha visto americano para embarcar e não havia nenhuma acusação contra elaO que chamou atenção desta vez foi a explicação dos oficiais que trabalhavam no Aeroporto Internacional José Marti: Anay estava não poderia viajar para fora de Cuba por “razões desconhecidas”, segundo relata o , portal para o qual ela colabora.
A jornalista independente iria para os Estados Unidos participar de um programa de intercâmbio profissional, o “Construindo Alfabetização Digital e Responsabilidade de Mídia nas Democracias na Era Digital”. Com isso, Anay conseguiu um visto especial na embaixada americana em Havana.
A repórter foi proibida de sair do país sem ter nenhuma acusação formal contra ela. Esta e a terceira vez que passa por isso. A história se repetiu em maio e julho. Por isso, ela registrou uma queixa formal ao Gabinete do Procurador Geral e para a Imigração, mas não recebeu nenhuma resposta. Ao invés disso, foi impedida mais uma vez de sair de Cuba.
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