População se une a profissionais da imprensa em protesto contra falta de papel na Venezuela
Nesta terça-feira (11), profissionais de imprensa e entidades de classe foram mais uma vez às ruas na Venezuela em protesto ao desabastecimento de papel jornal no país.
Atualizado em 11/02/2014 às 14:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
imprensa e entidades de classe foram mais uma vez às ruas na Venezuela em protesto ao desabastecimento de papel jornal no país. A marcha pela imprensa conta com unidades de união sindical, estudantes, simpatizantes dos periódicos e representantes de jornais venezuelanos.
Crédito:Reprodução/ Twitter Manifestantes tomam as ruas de Cracas, na Venezuela A escassez de matéria prima está sendo um problema para a imprensa, que já fechou 10 periódicos e mais 17 foram afetados. O secretário geral do sindicato nacional dos trabalhadores da imprensa na Venezuela, Marcio Ruiz, afirmou ao El Nacional que a crise do papel pode custar 30 mil empregos e que o governo deve escutar os trabalhadores e buscar soluções para os problemas do país.
Ruiz afirmou ainda que entrou em contato com o presidente do Centro Nacional de Comércio Exterior, Alejandro Fleming, porém, não recebeu uma resposta sobre a crise e sua devida solução. A passeata exige uma resposta do governo sobre a falta de insumos. O deputado da Assembleia Nacional de Yaracuy, Biagio Pilier, que participa das manifestações, disse por meio de um microblog que o povo está nas ruas pela "insegurança, escassez e falta de papel" e lembrou que sem papel não há nenhum jornal, nenhuma liberdade de informação e expressão.
Crédito:Reprodução/ Twitter Manifestantes tomam as ruas de Cracas, na Venezuela A escassez de matéria prima está sendo um problema para a imprensa, que já fechou 10 periódicos e mais 17 foram afetados. O secretário geral do sindicato nacional dos trabalhadores da imprensa na Venezuela, Marcio Ruiz, afirmou ao El Nacional que a crise do papel pode custar 30 mil empregos e que o governo deve escutar os trabalhadores e buscar soluções para os problemas do país.
Ruiz afirmou ainda que entrou em contato com o presidente do Centro Nacional de Comércio Exterior, Alejandro Fleming, porém, não recebeu uma resposta sobre a crise e sua devida solução. A passeata exige uma resposta do governo sobre a falta de insumos. O deputado da Assembleia Nacional de Yaracuy, Biagio Pilier, que participa das manifestações, disse por meio de um microblog que o povo está nas ruas pela "insegurança, escassez e falta de papel" e lembrou que sem papel não há nenhum jornal, nenhuma liberdade de informação e expressão.





