Político dinamarquês diz que TVs árabes devem deixar de ser transmitidas no país
Político dinamarquês diz que TVs árabes devem deixar de ser transmitidas no país
Atualizado em 01/11/2010 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O líder do Partido do Povo (PP) da Dinamarca, Pia Kjaersgaard, afirmou que emissoras árabes, como o canais de TV Al Jazeera e Al Arabiya, deveriam deixar de ser transmitidos no país. A declaração foi feita no último domingo (31).
De acordo com informações das agências de notícias, Kjaersgaard disse que os canais "contribuem para inculcar o ódio contra a sociedade ocidental" nas comunidades de imigrantes que vivem na Dinamarca.
Além disso, o político afirmou que tem como objetivo promover a integração entre os estrangeiros, algo que "deu totalmente errado" em algumas áreas residenciais do país, "em grande medida pelo fato de os moradores só assistirem a essas emissoras."
O PP dinamarquês dá sustentação à coalizão de centro-direita que governa o país, e que declarou não concordar com as afirmações do líder populista sobre as emissoras árabes. Desde 2001, a Dinamarca vem aprovando leis anti-imigração, como retribuição ao apoio oferecido pelo partido de Kjaersgaard.
Na última sexta-feira (29), o governo do Marrocos suspendeu as transmissões da Al Jazeera no país. O Ministério das Comunicações do Marrocos alegou que a emissora - baseada no Qatar - exibia reportagens que prejudicavam a reputação marroquina, e que distorciam "seriamente a imagem do Marrocos e prejudicaram os seus interesses, sobretudo a sua integridade territorial".
E enquanto o político dinamarquês defende o fim das transmissões das emissoras árabes no país, a companhia britânica de TV paga British Sky Broadcasting (BSkyB) investe no lançamento de um canal com cobertura 24 horas de notícias sobre o Oriente Médio e norte da África, e que competirá com a Al Jazeera, a Al Arabyia e a BBC Arabic.
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De acordo com informações das agências de notícias, Kjaersgaard disse que os canais "contribuem para inculcar o ódio contra a sociedade ocidental" nas comunidades de imigrantes que vivem na Dinamarca.
Além disso, o político afirmou que tem como objetivo promover a integração entre os estrangeiros, algo que "deu totalmente errado" em algumas áreas residenciais do país, "em grande medida pelo fato de os moradores só assistirem a essas emissoras."
O PP dinamarquês dá sustentação à coalizão de centro-direita que governa o país, e que declarou não concordar com as afirmações do líder populista sobre as emissoras árabes. Desde 2001, a Dinamarca vem aprovando leis anti-imigração, como retribuição ao apoio oferecido pelo partido de Kjaersgaard.
Na última sexta-feira (29), o governo do Marrocos suspendeu as transmissões da Al Jazeera no país. O Ministério das Comunicações do Marrocos alegou que a emissora - baseada no Qatar - exibia reportagens que prejudicavam a reputação marroquina, e que distorciam "seriamente a imagem do Marrocos e prejudicaram os seus interesses, sobretudo a sua integridade territorial".
E enquanto o político dinamarquês defende o fim das transmissões das emissoras árabes no país, a companhia britânica de TV paga British Sky Broadcasting (BSkyB) investe no lançamento de um canal com cobertura 24 horas de notícias sobre o Oriente Médio e norte da África, e que competirá com a Al Jazeera, a Al Arabyia e a BBC Arabic.
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