Policial engana imprensa ao simular assassinato em praça de Macapá (AP)
Em encenação, militar foi assassinada junto com suposto amante pelo marido. A peça assustou a população e a imprensa amapaense.
Atualizado em 17/10/2014 às 14:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
Um treinamento militar assustou a população e a imprensa amapaense na manhã da última quarta-feira (15/10). Emily Monteiro, de 28 anos, foi assassinada pelo marido, que depois matou o suposto amante da mulher e em seguida se matou. O episódio, veiculado como verdadeiro por alguns veículos, fazia parte de uma encenação realizada na Praça da Bandeira, no Centro de Macapá (AP).
Crédito:Reprodução/R7 Falso crime enganou a imprensa do Amapá
Segundo o portal G1, o trabalho de simulação faz parte de uma atividade do Curso de Formação de Cabos da Polícia Militar para a disciplina “valorização da prova e preservação do local do crime”. Conforme conta o coordenador do curso, o sargento Jayson Chagas, 45 militares estavam envolvidos na ação, planejada em duas semanas. Protagonista, Emily relata que se sentiu famosa após a cena.
"Algumas pessoas se desesperaram e começaram a levantar hipóteses sobre o acontecido. Uma mulher, ao me ver jogada no chão, preferiu elogiar o meu sapato do que tentar prestar socorro. Mas, no fim, a reação das pessoas foi muito positiva”, afirma a jovem, que ressalta que muitos populares pediram para tirar foto com ela. "Fomos aplaudidos e todo mundo queria saber se estávamos bem”.
A encenação retrata um caso de homicídio que envolve três pessoas e tinha por objetivo manter o local do crime preservado até a chegada dos órgãos de segurança, assegura Chagas. A montagem da peça foi totalmente pensada pelos estudantes. Emily conta que a turma organizou desde a maquiagem para simular o sangue das vítimas até a forma em que seria sucedida as mortes no local.
"Foi a primeira vez que realizamos uma atividade dessa natureza fora do comando da polícia. O objetivo era saber de que forma a população e a imprensa iriam reagir ao fato", disse a estudante.
O autor dos homicídios na encenação, o cabo Almir Midões afirma que recebeu instruções práticas e psicológicas, com o intuito de que a população não percebesse que o que ocorria tratava-se de ficção. "As reações foram muito diferentes, desde gente que pedia socorro ou até mesmo de pessoas que disseram que eu não deveria ter feito isso e outras que me chamaram até de corno", contou o militar.
Assista ao vídeo:
Crédito:Reprodução/R7 Falso crime enganou a imprensa do Amapá
Segundo o portal G1, o trabalho de simulação faz parte de uma atividade do Curso de Formação de Cabos da Polícia Militar para a disciplina “valorização da prova e preservação do local do crime”. Conforme conta o coordenador do curso, o sargento Jayson Chagas, 45 militares estavam envolvidos na ação, planejada em duas semanas. Protagonista, Emily relata que se sentiu famosa após a cena.
"Algumas pessoas se desesperaram e começaram a levantar hipóteses sobre o acontecido. Uma mulher, ao me ver jogada no chão, preferiu elogiar o meu sapato do que tentar prestar socorro. Mas, no fim, a reação das pessoas foi muito positiva”, afirma a jovem, que ressalta que muitos populares pediram para tirar foto com ela. "Fomos aplaudidos e todo mundo queria saber se estávamos bem”.
A encenação retrata um caso de homicídio que envolve três pessoas e tinha por objetivo manter o local do crime preservado até a chegada dos órgãos de segurança, assegura Chagas. A montagem da peça foi totalmente pensada pelos estudantes. Emily conta que a turma organizou desde a maquiagem para simular o sangue das vítimas até a forma em que seria sucedida as mortes no local.
"Foi a primeira vez que realizamos uma atividade dessa natureza fora do comando da polícia. O objetivo era saber de que forma a população e a imprensa iriam reagir ao fato", disse a estudante.
O autor dos homicídios na encenação, o cabo Almir Midões afirma que recebeu instruções práticas e psicológicas, com o intuito de que a população não percebesse que o que ocorria tratava-se de ficção. "As reações foram muito diferentes, desde gente que pedia socorro ou até mesmo de pessoas que disseram que eu não deveria ter feito isso e outras que me chamaram até de corno", contou o militar.
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