Policial do Gate é indiciado por sequestro e assassinato de jornalista em SP
Policial do Gate é indiciado por sequestro e assassinato de jornalista em SP
Atualizado em 30/11/2010 às 10:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
O cabo do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar, Rodrigo Domingues Medina, que confessou ter sequestrado e matado a jornalista Luciana Barreto Montanhana, foi indiciado na última segunda-feira (29) pelos crimes, incluindo resistência à prisão. De acordo com o portal SRZD, o corpo da vítima foi encontrado pela polícia no sábado (27), em um barranco na Via Anchieta, na Serra do Mar (SP), com sinais de estrangulamento.
A Polícia Civil de São Paulo ainda investiga se houve participação de outras pessoas na morte de Luciana, sequestrada no dia 11 de novembro quando saía de uma academia do Shopping Eldorado. O delegado responsável pelo caso, Carlos Castiglione, afirmou que também trabalham com a hipótese de que Medina tenha executado o crime sozinho, conforme o depoimento dado pelo policial.
Segundo o portal G1, peritos examinam o computador pessoal e celulares do indiciado para verificar as ligações feitas antes e depois do crime. Os investigadores também ouviram os depoimentos de outros três PMs que moravam com Medina, que negaram envolvimento no caso.
Luciana foi sequestrada pelo policial ao sair do shopping, foi colocada no porta-malas do carro de Medina e teve as mãos atadas por algemas de plástico. A jornalista foi morta depois de ter reagido ao sequestro, e, segundo o suspeito, porque falava demais.
Após ter assassinado a vítima, o membro do Gate ligou para os familiares exigindo resgate de R$ 500 mil. Em seu depoimento, o policial disse que não planejou o crime e que abordou a profissional de imprensa de forma aleatória, pois precisava de dinheiro.
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A Polícia Civil de São Paulo ainda investiga se houve participação de outras pessoas na morte de Luciana, sequestrada no dia 11 de novembro quando saía de uma academia do Shopping Eldorado. O delegado responsável pelo caso, Carlos Castiglione, afirmou que também trabalham com a hipótese de que Medina tenha executado o crime sozinho, conforme o depoimento dado pelo policial.
Segundo o portal G1, peritos examinam o computador pessoal e celulares do indiciado para verificar as ligações feitas antes e depois do crime. Os investigadores também ouviram os depoimentos de outros três PMs que moravam com Medina, que negaram envolvimento no caso.
Luciana foi sequestrada pelo policial ao sair do shopping, foi colocada no porta-malas do carro de Medina e teve as mãos atadas por algemas de plástico. A jornalista foi morta depois de ter reagido ao sequestro, e, segundo o suspeito, porque falava demais.
Após ter assassinado a vítima, o membro do Gate ligou para os familiares exigindo resgate de R$ 500 mil. Em seu depoimento, o policial disse que não planejou o crime e que abordou a profissional de imprensa de forma aleatória, pois precisava de dinheiro.
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