Policial acusado de matar jornalista em MG é condenado a 12 anos de prisão
Réu foi absolvido pela acusasão de matar testemunha do assassinato
Atualizado em 29/08/2014 às 09:08, por
Redação Portal IMPRENSA.
O Policial Civil Lúcio Lírio Leal foi condenado a 12 anos de prisão pela morte do jornalista Rodrigo Neto em Ipatinga, no Vale do Aço (MG). A decisão foi divulgada na noite da última quinta-feira (28/7), após quase 11h de julgamento.
Crédito:Divulgação Assassino do jornalista (foto) foi condenado a 12 anos de prisão
Leal foi detido em maio de 2013 e, em fevereiro deste ano, o juiz determinou que o ex-policial e outro réu, Alessandro Augusto Neves, mais conhecido como Pitote, fossem a júri popular. O processo foi desmembrado e Pitote será julgado em outra data.
De acordo com o jornal Estado de Minas , os jurados absolveram Leal do crime de tentativa de homicídio cometida contra uma testemunha do caso. A condenação foi pelo crime de homicídio qualificado por matar o jornalista por meio de "traição, emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima".
Durante o julgamento, dois policiais civis que participaram da apuração do assassinato confirmaram a participação do policial e de Pitote no crime. Um deles afirmou que Neves era conhecido como matador na região. O réu voltou a negar as acusações.
A dupla também é acusada de integrar um grupo de extermínio ainda em apuração. Segundo denúncia do Ministério Público, Neves seria o responsável por disparar os tiros que mataram o jornalista. Ele estava na garupa de uma moto quando surpreendeu Neto e o atingiu várias vezes, nas regiões da cabeça e do tórax. A rota de fuga teria sido traçada pelo policial, que passou na região momentos antes e avisou Pitote da presença e posição da vítima.
O crime ocorreu no dia 8 de março de 2013 e teria sido motivado pelas denúncias feitas por Rodrigo Neto sobre os homicídios não solucionados na região. Ele mantinha um programa de plantão policial na Rádio Vanguarda e era também repórter do Jornal Vale do Aço. Após a morte do jornalista, o fotógrafo freelancer Walgney Assis Carvalho foi assassinado.
Crédito:Divulgação Assassino do jornalista (foto) foi condenado a 12 anos de prisão
Leal foi detido em maio de 2013 e, em fevereiro deste ano, o juiz determinou que o ex-policial e outro réu, Alessandro Augusto Neves, mais conhecido como Pitote, fossem a júri popular. O processo foi desmembrado e Pitote será julgado em outra data.
De acordo com o jornal Estado de Minas , os jurados absolveram Leal do crime de tentativa de homicídio cometida contra uma testemunha do caso. A condenação foi pelo crime de homicídio qualificado por matar o jornalista por meio de "traição, emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima".
Durante o julgamento, dois policiais civis que participaram da apuração do assassinato confirmaram a participação do policial e de Pitote no crime. Um deles afirmou que Neves era conhecido como matador na região. O réu voltou a negar as acusações.
A dupla também é acusada de integrar um grupo de extermínio ainda em apuração. Segundo denúncia do Ministério Público, Neves seria o responsável por disparar os tiros que mataram o jornalista. Ele estava na garupa de uma moto quando surpreendeu Neto e o atingiu várias vezes, nas regiões da cabeça e do tórax. A rota de fuga teria sido traçada pelo policial, que passou na região momentos antes e avisou Pitote da presença e posição da vítima.
O crime ocorreu no dia 8 de março de 2013 e teria sido motivado pelas denúncias feitas por Rodrigo Neto sobre os homicídios não solucionados na região. Ele mantinha um programa de plantão policial na Rádio Vanguarda e era também repórter do Jornal Vale do Aço. Após a morte do jornalista, o fotógrafo freelancer Walgney Assis Carvalho foi assassinado.





