Policiais ameaçam cinegrafista da RBS na reconstituição da morte do surfista Ricardinho
Na última terça-feira (27/01), o cinegrafista da RBSTV, Gregori Flauzino, foi ameaçado por policiais civis durante a reconstituição da mortedo surfista Ricardinho, na Guarda do Embaú, em Palhoça (SC).
Atualizado em 28/01/2015 às 14:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
Entidades de imprensa repudiaram e criticaram a atitude dos agentes.
Crédito:Reprodução/Twitter Cinegrafista teve de apagar imagens após pressão dos policiais
Segundo o Diário Catarinense , Flauzino filmava uma trilha próxima à cena do crime, fora da área de isolamento determinada pela polícia, quando foi abordado por três integrantes do Central de Operações Policiais (COP) que ameaçaram prendê-lo e apreender o equipamento de filmagem caso o cinegrafista ele não apagasse as imagens. Após deletar o conteúdo, ele foi afastado do local.
A Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERTE) repudiou a atitude dos agentes e afirmou que o cinegrafista "sofreu uma lastimável ação repressora, digna dos tempos da ditadura", um "verdadeiro flagrante de um atentado à liberdade de expressão". "A entidade aguarda providências das autoridades responsáveis pelo incidente, para que fatos como esse não se repitam. Entendemos que a época da censura é página virada em nossa história", disse em nota.
A Associação Catarinense de Imprensa (ACI) condenou o episódio e afirmou que a atitude dos agentes representa "coerção, ameaça e impedimento do exercício da profissão e não condiz com as atribuições dos policiais". "A ACI solicita explicações da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Santa Catarina, se solidariza com o profissional e com a emissora e espera que fatos como esse não voltem a se repetir."
Crédito:Reprodução/Twitter Cinegrafista teve de apagar imagens após pressão dos policiais
Segundo o Diário Catarinense , Flauzino filmava uma trilha próxima à cena do crime, fora da área de isolamento determinada pela polícia, quando foi abordado por três integrantes do Central de Operações Policiais (COP) que ameaçaram prendê-lo e apreender o equipamento de filmagem caso o cinegrafista ele não apagasse as imagens. Após deletar o conteúdo, ele foi afastado do local.
A Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (ACAERTE) repudiou a atitude dos agentes e afirmou que o cinegrafista "sofreu uma lastimável ação repressora, digna dos tempos da ditadura", um "verdadeiro flagrante de um atentado à liberdade de expressão". "A entidade aguarda providências das autoridades responsáveis pelo incidente, para que fatos como esse não se repitam. Entendemos que a época da censura é página virada em nossa história", disse em nota.
A Associação Catarinense de Imprensa (ACI) condenou o episódio e afirmou que a atitude dos agentes representa "coerção, ameaça e impedimento do exercício da profissão e não condiz com as atribuições dos policiais". "A ACI solicita explicações da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Santa Catarina, se solidariza com o profissional e com a emissora e espera que fatos como esse não voltem a se repetir."





