Polícia turca invade sede de jornal ligado à oposição em Istambul
A polícia turca invadiu na noite da última quarta-feira (10/11) a sede do Zaman, considerado um dos principais jornais da oposição em Istambul.
Atualizado em 12/11/2015 às 11:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
da última quarta-feira (10/11) a sede do Zaman , considerado um dos principais jornais da oposição em Istambul.
De acordo com agência de notícias AFP, após uma ordem judicial, cinco agentes e dois advogados inspecionaram o escritório da publicação pertencente ao imã Fetula Gulen, inimigo do presidente Recep Tayyip Erdogan, para verificar se outro jornal, "pirata", era impresso no local.
Crédito:Reprodução Prédio foi invadido acusado de imprimir jornal "pirata" contra o governo
No mês passado, as publicações Bugün e Millet — pertencentes ao grupo Ipek-Koza —, assim como os canais Bugün TV e Kanaltürk, tiveram de interromper suas atividades. A empresa é acusada pela promotoria de Ancara de financiar, recrutar e fazer propaganda a favor do imã
O clérigo Gülen, que possui milhões de seguidores no país e no mundo, é acusado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan de organizar um Estado paralelo na intenção de derrubar o governo, infiltrando membros do grupo Hizmet nos poderes Judiciário e Legislativo.
O movimento era aliado de Erdogan, porém romperam quando um grupo de promotores e policiais ligados ao Hizmet passou a apurar uma suposta corrupção no círculo íntimo do presidente, em 2013.
De acordo com agência de notícias AFP, após uma ordem judicial, cinco agentes e dois advogados inspecionaram o escritório da publicação pertencente ao imã Fetula Gulen, inimigo do presidente Recep Tayyip Erdogan, para verificar se outro jornal, "pirata", era impresso no local.
Crédito:Reprodução Prédio foi invadido acusado de imprimir jornal "pirata" contra o governo
No mês passado, as publicações Bugün e Millet — pertencentes ao grupo Ipek-Koza —, assim como os canais Bugün TV e Kanaltürk, tiveram de interromper suas atividades. A empresa é acusada pela promotoria de Ancara de financiar, recrutar e fazer propaganda a favor do imã
O clérigo Gülen, que possui milhões de seguidores no país e no mundo, é acusado pelo presidente Recep Tayyip Erdogan de organizar um Estado paralelo na intenção de derrubar o governo, infiltrando membros do grupo Hizmet nos poderes Judiciário e Legislativo.
O movimento era aliado de Erdogan, porém romperam quando um grupo de promotores e policiais ligados ao Hizmet passou a apurar uma suposta corrupção no círculo íntimo do presidente, em 2013.





