Polícia prende editor de jornal turco por "insulto" ao presidente no Twitter
A polícia turca decidiu prender o jornalista Bulent Kenes, editor-chefe do do jornal Today's Zaman, acusado de insultar o presidente do país Recep Tayyip Erdogan por meio de mensagens no , publicadas no ano passado.
Atualizado em 13/10/2015 às 14:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
o jornalista , editor-chefe do do jornal Today's Zaman , acusado de insultar o presidente do país Recep Tayyip Erdogan por meio de mensagens no , publicadas no ano passado.
Crédito:Reprodução Bulent Kenes foi detido por tuitar contra o presidente turco
Segundo o Telegraph , o jornalista foi preso por oficiais enquanto participava de um programa de TV ao vivo do canal Samanyolu, na última sexta-feira (9/10). A emissora tem ligações com o T oday's Zaman e tentou impedir que ele fosse levado.
Em frente à sede do canal, manifestantes seguravam cartazes com frases como: "imprensa livre não pode ser silenciada". Apesar dos protestos, Kenes foi levado para o principal tribunal de Caglayan, em Istambul.
A mensagem em questão dizia: "Vamos esperar pelo melhor. A lei no país chegou ao fundo do poço. Despotismo a toda velocidade". Em depoimento, Kenes negou que tenha insultado Erdogan e defendeu que apenas exerceu seu direito à liberdade de expressão para se manifestar sobre o governo.
Ao todo, o jornalista acumula nove queixas-crime, duas ações judiciais por danos morais e seis investigações sobre casos de "insulto". Além do presidente e primeiro-ministro, Ahmet Davutoglu, o conselheiro Erdogan Mustafa Varank também fez acusações contra o profissional.
Crédito:Reprodução Bulent Kenes foi detido por tuitar contra o presidente turco
Segundo o Telegraph , o jornalista foi preso por oficiais enquanto participava de um programa de TV ao vivo do canal Samanyolu, na última sexta-feira (9/10). A emissora tem ligações com o T oday's Zaman e tentou impedir que ele fosse levado.
Em frente à sede do canal, manifestantes seguravam cartazes com frases como: "imprensa livre não pode ser silenciada". Apesar dos protestos, Kenes foi levado para o principal tribunal de Caglayan, em Istambul.
A mensagem em questão dizia: "Vamos esperar pelo melhor. A lei no país chegou ao fundo do poço. Despotismo a toda velocidade". Em depoimento, Kenes negou que tenha insultado Erdogan e defendeu que apenas exerceu seu direito à liberdade de expressão para se manifestar sobre o governo.
Ao todo, o jornalista acumula nove queixas-crime, duas ações judiciais por danos morais e seis investigações sobre casos de "insulto". Além do presidente e primeiro-ministro, Ahmet Davutoglu, o conselheiro Erdogan Mustafa Varank também fez acusações contra o profissional.





