Polícia portuguesa questiona reportagens de jornais sobre caso Madeleine
Polícia portuguesa questiona reportagens de jornais sobre caso Madeleine
A polícia portuguesa questionou, nesta terça-feira (11), as notícias veiculadas por diversos jornais do país - e reproduzidas em todo o mundo - de que as amostras de DNA coletadas no porta-malas do carro utilizado pelo casal McCann "correspondem 100%" ao da menina britânica desaparecida Madeleine McCann, de 4 anos.
Na data em questão, a imprensa noticiou que a polícia portuguesa teria encontrado amostras de DNA idêntico ao da menina debaixo do tapete do porta-malas do carro que o casal McCann alugou mais de um mês depois do desaparecimento de Madeleine, há 131 dias, na Praia da Luz, em Portugal.
Alípio Ribeiro, diretor nacional de investigações da Polícia Judiciária, disse à rede de televisão estatal portuguesa RTP que é difícil afirmar com certeza que o sangue pertence "à pessoa A ou à pessoa B".
Os McCann voltaram para o Reino Unido neste fim de semana, sob acusações da imprensa portuguesa de que o retorno não passou de uma manobra jurídica para dificultar um possível processo contra eles.
Em blog, a família MacCann assegura inocência. Com informações da .






