Polícia pede prisão preventiva de jornalista que acusou Feliciano

A Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça a prisão preventiva da jornalista e estudante de direito Patrícia Lelis, indiciada formalmente por mentir à investigação em qe acusa o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) por abuso sexual e extorquir dinheiro de Talma Bauer, assessor do político.

Atualizado em 06/09/2016 às 13:09, por Redação Portal IMPRENSA.


Crédito:Reprodução/GloboNews, Nilson Bastian/Câmara dos Deputados e Reprodução/TV Globo Patrícia Lelis, o deputado federal Marco Feliciano e Talma Bauer Segundo o G1, Luiz Roberto Hellmeister, titular do 3º Distrito Policial (DP), na Santa Ifigênia, em São Paulo, afirmou que a polícia também solicitou que Patrícia seja presa para responder ao eventual processo.
"Ela representa risco à sociedade por mentir e causar danos a diversas pessoas", disse Hellmeister. De acordo com o policial, o caso será analisado pela Justiça no Fórum João Mendes, no centro de São Paulo, para saber se algum juiz irá decretar a prisão de Patrícia. Nessa etapa, o Ministério Público (MP) também se manifesta a respeito da conclusão da investigação.

Procurada pela reportagem do G1, a advogada da jornalista, Rebeca Novaes Aguiar, confirmou nesta manhã a conclusão do inquérito policial com o pedido de prisão de sua cliente.
Patrícia foi indiciada no dia 18/8 por denúncia caluniosa e extorsão após acusar o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por assédio sexual e o chefe de gabinete do parlamentar, Talma Bauer, por tentar acobertar o caso.