Polícia investiga "mensagens de ódio" na web incitando violência após arrastões RJ
A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro está investigando a relação de "mensagens de ódio&q
Atualizado em 22/09/2015 às 16:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
A Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) do Rio de Janeiro está a relação de "mensagens de ódio" postadas em perfis, grupos e eventos no Facebook com os recentes arrastões na capital carioca.
De acordo com O Globo , a polícia tem voltado suas investigações de forma a verificar uma "possível convocação de justiceiros para ações contra supostos assaltantes na saída da praia". Dentre as ações investigadas pela delegacia está um evento no Facebook no qual internautas são incentivados a se reunir armados com tacos de beisebol, socos-ingleses e porretes, além de uma página intitulada "Linha 474 O inferno do Rio", que aponta os usuários do transporte como "pessoas que vão à praia com o intuito de apenas criar baderna e desordem na cidade".
O DRCI ainda investiga o perfil de um ex-policial do Rio de Janeiro – afastado por interceptação telefônica ilegal – por incentivar moradores a apagarem imagens comprometedoras de câmeras de segurança. "Devem procurar os síndicos de seus prédios e pedir que em caso de violência contra esses marginais, se alguém atirar e matar, não forneçam imagens das câmeras à polícia! Digam que o sistema está com defeito!", disse.
De acordo com O Globo , a polícia tem voltado suas investigações de forma a verificar uma "possível convocação de justiceiros para ações contra supostos assaltantes na saída da praia". Dentre as ações investigadas pela delegacia está um evento no Facebook no qual internautas são incentivados a se reunir armados com tacos de beisebol, socos-ingleses e porretes, além de uma página intitulada "Linha 474 O inferno do Rio", que aponta os usuários do transporte como "pessoas que vão à praia com o intuito de apenas criar baderna e desordem na cidade".
O DRCI ainda investiga o perfil de um ex-policial do Rio de Janeiro – afastado por interceptação telefônica ilegal – por incentivar moradores a apagarem imagens comprometedoras de câmeras de segurança. "Devem procurar os síndicos de seus prédios e pedir que em caso de violência contra esses marginais, se alguém atirar e matar, não forneçam imagens das câmeras à polícia! Digam que o sistema está com defeito!", disse.
"Qualquer pessoa que fizer justiça pelas próprias mãos, ou que incentivá-la, ou que fizer apologia da violência deve ficar atenta, pois isso é crime e pode ser punido com mais de dez anos de cadeia. A polícia está de olho. Iniciamos uma análise das mensagens nesta segunda-feira", disse o delegado do DRCI, Alessandro Thiers.





