Polícia do Pará investiga anúncio de jornal para contratação de "babá" adolescente
Jornais do Pará estão sendo investigados após anunciarem vagas para crianças trabalharem como babás. A proposta baseia-se na adoção de adolescentes, que tenham entre 12 e 18 anos, para cuidarem dos filhos de casais interessados.
Atualizado em 08/05/2015 às 14:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
As vagas ainda prometiam moradia e estudo.
Crédito:Reprodução Anúncio causou polêmica por vaga de babá para adolescentes
De acordo com o G1, já foram feitas mais de 200 denúncias desse tipo ao Ministério Público do Estado e a polícia local já começou a investigação do caso.
A produção do "Bom Dia Brasil", da Rede Globo, entrou em contato com o número que estava indicado em um dos anúncios para pegar mais informações sobre a proposta. O homem que atendeu o telefone, se apresentou como representante da família que procurava uma babá. Na ligação, ele confirmou o anúncio e deu detalhes sobre a possível adoção.
Pouco tempo depois, identificando-se como jornalista, a produtora do telejornal ligou novamente e o mesmo homem alegou que houve um engano no anúncio. “Foi um erro de digitação”, alegou.
O homem que mandou publicar os anúncios foi ouvido pela polícia. Ele reafirmou a ideia de que o erro foi do jornal e disse que fez um favor para a família. O casal citado na publicação também foi interrogado e negou ter pedido um anúncio que insinuava a prática de trabalho infantil.
Crédito:Reprodução Anúncio causou polêmica por vaga de babá para adolescentes
De acordo com o G1, já foram feitas mais de 200 denúncias desse tipo ao Ministério Público do Estado e a polícia local já começou a investigação do caso.
A produção do "Bom Dia Brasil", da Rede Globo, entrou em contato com o número que estava indicado em um dos anúncios para pegar mais informações sobre a proposta. O homem que atendeu o telefone, se apresentou como representante da família que procurava uma babá. Na ligação, ele confirmou o anúncio e deu detalhes sobre a possível adoção.
Pouco tempo depois, identificando-se como jornalista, a produtora do telejornal ligou novamente e o mesmo homem alegou que houve um engano no anúncio. “Foi um erro de digitação”, alegou.
O homem que mandou publicar os anúncios foi ouvido pela polícia. Ele reafirmou a ideia de que o erro foi do jornal e disse que fez um favor para a família. O casal citado na publicação também foi interrogado e negou ter pedido um anúncio que insinuava a prática de trabalho infantil.





