Polícia Civil revela ter identificado suspeitos pela morte de jornalista em Canoas (RS)
Investigações identificaram dois suspeitos. Trabalho da Polícia Civil será revelado em coletiva de imprensa pelo delegado do caso.
Atualizado em 03/07/2014 às 19:07, por
Redação Portal IMPRENSA.
Após dois meses de investigação, a Polícia Civil dá sinais de que está próxima de elucidar a morte do jornalista Fabiano Cardoso, de 44 anos. A corporação afirma que identificou dois suspeitos de envolvimento no latrocínio (roubo seguido de morte), registrado na noite do feriado do dia 1º de maio, em Canoas, na região metropolitana do Rio Grande do Sul.
Segundo o Correio do Povo , dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo um deles na casa de um dos investigados. Objetos foram apreendidos e devem embasar o trabalho do delegado Thiago Lacerda, responsável pelo caso. O local exato das buscas e os materiais coletados ainda não foram divulgados.
“Estamos trabalhando de forma intensa e em breve devemos ter um desfecho”, garante Thiago Lacerda, titular da Delegacia de Furto e Roubo de Veículos (DFRV), do munício de Canoas no Rio de Grande do Sul. No decorrer das investigações, 15 testemunhas foram ouvidas e um dos suspeitos identificados também prestou esclarecimentos e foi liberado.
O teor do depoimento é mantido em sigilo pelo delegado. Apenas laudos perícias são aguardados para finalizar o processo de apuração. Na próxima semana, Lacerda pretende realizar uma coletiva de imprensa para detalhar o caso. Além dos depoimentos, imagens das câmeras de segurança também foram analisadas e podem ajudar a esclarecer o caso.
Na época do crime, o delegado dizia que a polícia trabalharia com as hipóteses de que o jornalista tenha sido baleado ao tentar reagir ou fugir do assalto. Na noite do crime, Cardoso saiu de casa para fazer compras e na sequência acompanhar um jogo num bar, quando foi abordado por criminosos e baleado.
Mesmo atingido, o repórter ainda tentou dirigir até o Hospital Nossa Senhora das Graças, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima deixou a esposa e duas filhas.
Segundo o Correio do Povo , dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos, sendo um deles na casa de um dos investigados. Objetos foram apreendidos e devem embasar o trabalho do delegado Thiago Lacerda, responsável pelo caso. O local exato das buscas e os materiais coletados ainda não foram divulgados.
“Estamos trabalhando de forma intensa e em breve devemos ter um desfecho”, garante Thiago Lacerda, titular da Delegacia de Furto e Roubo de Veículos (DFRV), do munício de Canoas no Rio de Grande do Sul. No decorrer das investigações, 15 testemunhas foram ouvidas e um dos suspeitos identificados também prestou esclarecimentos e foi liberado.
O teor do depoimento é mantido em sigilo pelo delegado. Apenas laudos perícias são aguardados para finalizar o processo de apuração. Na próxima semana, Lacerda pretende realizar uma coletiva de imprensa para detalhar o caso. Além dos depoimentos, imagens das câmeras de segurança também foram analisadas e podem ajudar a esclarecer o caso.
Na época do crime, o delegado dizia que a polícia trabalharia com as hipóteses de que o jornalista tenha sido baleado ao tentar reagir ou fugir do assalto. Na noite do crime, Cardoso saiu de casa para fazer compras e na sequência acompanhar um jogo num bar, quando foi abordado por criminosos e baleado.
Mesmo atingido, o repórter ainda tentou dirigir até o Hospital Nossa Senhora das Graças, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima deixou a esposa e duas filhas.





