Polícia chinesa prende jornalista por publicar "informação falsa"
Xiang Nanfu, que em 2013 publicou mais de 1,3 mil artigos no site Boxun, começou a colaborar com o veículo em 2004
Atualizado em 13/05/2014 às 15:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
O jornalista chinês Xiang Nanfu, de 62 anos, foi detido no país por publicar "informação falsa", anunciou a agência oficial Xinhua nesta terça-feira (13/5). Desde 2009, ele trabalhava para no site , veículo censurado na país e que divulga notícias sobre temas sensíveis da atualidade.
"O residente de Pequim foi detido por publicar informação falsa em troca de dinheiro, prejudicando seriamente a imagem do país", assegurou a polícia. O Ministério da Segurança Pública de Pequim garantiu que Ziang era muito bem pago para divulgar esse tipo de informação e que, depois de sua detenção no último dia 3 de maio, confessou seus crimes, mas demonstrou arrependimento.
Segundo o Terra, entre as "notícias falsas" escritas pelo jornalista, encontram-se informações sobre expropriações violentas de terras, agressões de policiais e uma suposta trama de tráfico de órgãos de pessoas vivas organizada pelo governo.
Em comunicado, o portal de notícias negou as acusações contra o jornalista e garantiu que o veículo "sempre tratou de denunciar os fatos, apesar dos recursos limitados, que não permitiram o pagamento de enormes somas de dinheiro para seus repórteres voluntários na China".
"O residente de Pequim foi detido por publicar informação falsa em troca de dinheiro, prejudicando seriamente a imagem do país", assegurou a polícia. O Ministério da Segurança Pública de Pequim garantiu que Ziang era muito bem pago para divulgar esse tipo de informação e que, depois de sua detenção no último dia 3 de maio, confessou seus crimes, mas demonstrou arrependimento.
Segundo o Terra, entre as "notícias falsas" escritas pelo jornalista, encontram-se informações sobre expropriações violentas de terras, agressões de policiais e uma suposta trama de tráfico de órgãos de pessoas vivas organizada pelo governo.
Em comunicado, o portal de notícias negou as acusações contra o jornalista e garantiu que o veículo "sempre tratou de denunciar os fatos, apesar dos recursos limitados, que não permitiram o pagamento de enormes somas de dinheiro para seus repórteres voluntários na China".





