Polícia britânica prende jornalistas acusados de grampear telefones de celebridades
Polícia britânica prende jornalistas acusados de grampear telefones de celebridades
Atualizado em 06/04/2011 às 15:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Na última terça-feira (05), um repórter e um ex-editor do tabloide britânico sensacionalista News of the World foram preso sob acusações de grampear telefones de celebridades.
O ex-editor Ian Edmondson e o chefe de reportagem Neville Thurlbeck respondem pela acusação de terem executado mais de três mil escutas telefônicas ilegais na Inglaterra. Os dois se apresentaram voluntariamente à Scotland Yard, a Polícia Metropolitana de Londres.
o alvo do tabloide eram figuras públicas, atletas, músicos, políticos, celebridades e até mesmo a família real. O foi vítima da quebra de privacidade.
O ex-editor já havia sido demitido em janeiro diante de fortes evidências de seu envolvimento no escândalo. As investigações apontavam que ele teria grampeado o telefone da atriz britânica Siena Miller entre 2005 e 2006.
O News International, empresa que edita o jornal e faz parte do conglomerado do magnata Rupert Murdoch, afirmou que coopera com polícia londrina para elucidação do caso.
"A News International pôs fim ao contrato do editor-assistente do News of The World (Ian Edmonson) ao mesmo tempo. A News International reiterou consistentemente que não vai tolerar más práticas e que está comprometida com a ação baseada em evidências", disse a empresa em nota.
O caso News of the World veio à tona depois que a família real britânica desconfiou de uma notícia a respeito de uma lesão no joelho do príncipe William.
Então, em 2007, a primeira investigação da polícia sobre o caso levou à condenação Clive Goodman, à época editor de assuntos da realeza do tabloide. Ele ficou preso por quatro meses.
No entanto, apenas em 2009 o escândalo chegou ao conhecimento do público graças a uma reportagem do também britânico The Guardian . O jornal revelou que o News contratavam investigadores particulares que grampeavam celulares de celebridades. Além das conversas telefônicas, o jornal tinha acesso a dados sigilosos como contas e extratos bancários. As informações são do portal UOL e do Journalism.co.uk.
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O ex-editor Ian Edmondson e o chefe de reportagem Neville Thurlbeck respondem pela acusação de terem executado mais de três mil escutas telefônicas ilegais na Inglaterra. Os dois se apresentaram voluntariamente à Scotland Yard, a Polícia Metropolitana de Londres.
o alvo do tabloide eram figuras públicas, atletas, músicos, políticos, celebridades e até mesmo a família real. O foi vítima da quebra de privacidade.
O ex-editor já havia sido demitido em janeiro diante de fortes evidências de seu envolvimento no escândalo. As investigações apontavam que ele teria grampeado o telefone da atriz britânica Siena Miller entre 2005 e 2006.
O News International, empresa que edita o jornal e faz parte do conglomerado do magnata Rupert Murdoch, afirmou que coopera com polícia londrina para elucidação do caso.
"A News International pôs fim ao contrato do editor-assistente do News of The World (Ian Edmonson) ao mesmo tempo. A News International reiterou consistentemente que não vai tolerar más práticas e que está comprometida com a ação baseada em evidências", disse a empresa em nota.
O caso News of the World veio à tona depois que a família real britânica desconfiou de uma notícia a respeito de uma lesão no joelho do príncipe William.
Então, em 2007, a primeira investigação da polícia sobre o caso levou à condenação Clive Goodman, à época editor de assuntos da realeza do tabloide. Ele ficou preso por quatro meses.
No entanto, apenas em 2009 o escândalo chegou ao conhecimento do público graças a uma reportagem do também britânico The Guardian . O jornal revelou que o News contratavam investigadores particulares que grampeavam celulares de celebridades. Além das conversas telefônicas, o jornal tinha acesso a dados sigilosos como contas e extratos bancários. As informações são do portal UOL e do Journalism.co.uk.
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