Polícia apreende eletrônicos em casa de jornalista acusada de difamar Aécio na web
Nesta quarta-feira (11/6), a polícia cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência da jornalista Rebeca Mafra, que trabalha no Canal
Atualizado em 11/06/2014 às 19:06, por
Redação Portal IMPRENSA.
Brasil, no Rio de Janeiro. Segundo o site Viomundo, a casa da profissional foi totalmente revirada. Os policiais levaram um computador, dois HDs externos, pen drives, um iPhone sem uso, chips de computador, CDs de fotos e um roteador.
Crédito:Reprodução Perfil da jornalista no Facebook não indica relação com grupo que difamou Aécio Neves Em entrevista ao veículo, Rebeca disse ter sido pega de surpresa com a acusação de que teria difamado o senador e pré-candidato à presidência, Aécio Neves nas redes sociais. “Nunca falei nada do Aécio”, explicou.
A jornalista argumentou que não é muito ativa na web, e que no máximo curte um ou outro post. Admitiu ainda que não pretende votar no governante. Além de Rebeca, outras quatro pessoas estão sob investigação do Ministério Público do Estado (MPE) Rio de Janeiro, informou o Viomundo.
Em sua decisão, o juiz que avaliou o caso descreveu a suposta quadrilha como muito sofisticada. Os envolvidos são acusados de coordenar uma tática chamada "spam de comentários", que tem o objetivo fazer com que os mecanismos de busca na internet, como o Google, associem automaticamente o nome dos políticos aos termos pejorativos utilizados pelos detratores.
Sobre a acusação, Rebeca foi categórica: “Bizarro”.
Crédito:Reprodução Perfil da jornalista no Facebook não indica relação com grupo que difamou Aécio Neves Em entrevista ao veículo, Rebeca disse ter sido pega de surpresa com a acusação de que teria difamado o senador e pré-candidato à presidência, Aécio Neves nas redes sociais. “Nunca falei nada do Aécio”, explicou.
A jornalista argumentou que não é muito ativa na web, e que no máximo curte um ou outro post. Admitiu ainda que não pretende votar no governante. Além de Rebeca, outras quatro pessoas estão sob investigação do Ministério Público do Estado (MPE) Rio de Janeiro, informou o Viomundo.
Em sua decisão, o juiz que avaliou o caso descreveu a suposta quadrilha como muito sofisticada. Os envolvidos são acusados de coordenar uma tática chamada "spam de comentários", que tem o objetivo fazer com que os mecanismos de busca na internet, como o Google, associem automaticamente o nome dos políticos aos termos pejorativos utilizados pelos detratores.
Sobre a acusação, Rebeca foi categórica: “Bizarro”.





