Polícia apreende computador de repórter da BBC após entrevista com membro do EI
A polícia britânica recorreu às leis antiterrorismo para apreender o computador portátil do jornalista Secunder Kermani, do programa "B
Atualizado em 29/10/2015 às 14:10, por
Redação Portal IMPRENSA.
A polícia britânica recorreu às leis antiterrorismo para apreender o computador portátil do jornalista Secunder Kermani, do programa "BBC Newsnight", que tem noticiado sobre jihadistas membros do grupo radical (EI) nascidos no Reino Unido.
Crédito:Reprodução Jornalista entregou notebook para a polícia britânica
De acordo com o Guardian , o mandado judicial exige a obtenção das comunicações entre o repórter e um homem da Síria que se identifica como membro do EI e já foi entrevistado para a atração da emissora.
Um porta-voz da BBC argumentou que a fonte não era confidencial e confirmou que o intuito da polícia era conseguir a troca de e-mails entre Kermani e o alegado integrante do movimento terrorista.
Defensores da liberdade de expressão criticaram o uso das forças de segurança britânicas e lembraram não ser o primeiro ato semelhante. Em 2013, David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwald, foi detido no aeroporto de Heathrow, nos arredores de Londres, por supostamente possuir documentos confidenciais do governo.
Crédito:Reprodução Jornalista entregou notebook para a polícia britânica
De acordo com o Guardian , o mandado judicial exige a obtenção das comunicações entre o repórter e um homem da Síria que se identifica como membro do EI e já foi entrevistado para a atração da emissora.
Um porta-voz da BBC argumentou que a fonte não era confidencial e confirmou que o intuito da polícia era conseguir a troca de e-mails entre Kermani e o alegado integrante do movimento terrorista.
Defensores da liberdade de expressão criticaram o uso das forças de segurança britânicas e lembraram não ser o primeiro ato semelhante. Em 2013, David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwald, foi detido no aeroporto de Heathrow, nos arredores de Londres, por supostamente possuir documentos confidenciais do governo.





