PM aborda repórteres em shopping durante ação contra rolezinho em SP
Policiais militares que acompanhavam um suposto rolezinho no Shopping Interlagos, localizado na zona sul de São Paulo, apreenderam documentos para "cadastrar" jornalistas.
Atualizado em 03/02/2014 às 13:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
Eles ainda utilizaram uma arma durante a revista a um cinegrafista.
De acordo com o Terra, o confronto ocorreu na tarde do último domingo (2/2) após os PMs perceberem que suas ações estavam sendo registradas por parte dos profissionais. A reportagem do portal teve a carteira de habilitação apreendida, junto com a do cinegrafista e a da repórter de uma rádio.
A medida, realizada por um soldado do 22º Batalhão que não quis se identificar, ocorreu depois que a abordagem de um rapaz começou a ser fotografada e os profissionais foram obrigados a comparecer à base móvel da PM, mesmo com a identificação. “[A apreensão de documentos] é para identificação de vocês, que vão ser cadastradas”, afirmou o soldado. “Se acontecer alguma coisa com vocês, eu sei quem são vocês”, acrescentou.
O cinegrafista abordado após usar o celular e uma micro-câmera disse que a ação foi um absurdo. "Eu estava dentro do shopping, e os PMs disseram que eu estava em atitude suspeita", disse ele. “Eu tinha entrado para ver como estava a movimentação do tal rolezinho, vi que tinha viaturas e fiz imagens delas", explicou.
De acordo com o Terra, o confronto ocorreu na tarde do último domingo (2/2) após os PMs perceberem que suas ações estavam sendo registradas por parte dos profissionais. A reportagem do portal teve a carteira de habilitação apreendida, junto com a do cinegrafista e a da repórter de uma rádio.
A medida, realizada por um soldado do 22º Batalhão que não quis se identificar, ocorreu depois que a abordagem de um rapaz começou a ser fotografada e os profissionais foram obrigados a comparecer à base móvel da PM, mesmo com a identificação. “[A apreensão de documentos] é para identificação de vocês, que vão ser cadastradas”, afirmou o soldado. “Se acontecer alguma coisa com vocês, eu sei quem são vocês”, acrescentou.
O cinegrafista abordado após usar o celular e uma micro-câmera disse que a ação foi um absurdo. "Eu estava dentro do shopping, e os PMs disseram que eu estava em atitude suspeita", disse ele. “Eu tinha entrado para ver como estava a movimentação do tal rolezinho, vi que tinha viaturas e fiz imagens delas", explicou.





