Plantar para colher

Plantar para colher

Atualizado em 03/05/2010 às 15:05, por Luiz Gustavo Pacete,  da equipe de estagiários; e Igor Ribeiro e  editor-executivo*.

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*Colaborou Laura Cantal, da equipe de estagíários

Na seção "Setorial" da edição de maio (nº 256, pág. 52), a revista IMPRENSA tratou da cobertura sobre agronegócios e assuntos correlatos, como biotecnologia, mercado, ecoagricultura, etanol, subsídios, infraestrutura, entre outros. A matéria foi feita com base nos depoimentos de profissionais ligados direta ou indiretamente ao agronegócio e que consomem notícias relacionadas ao assunto, declarações essas que, numa segunda fase, foram repercutidas com os jornalistas especializados na pauta.

Veja a seguir as íntegras de depoimentos e opiniões de quem acompanha o assunto na mídia brasileira, mas não foram publicados no impresso:

Carlos Eduardo Lustosa Florence, diretor da Associação dos Misturadores de Adubo, em São Paulo

Não tenho crítica ou carência de algo diferente. Não sou capaz de fazer essa crítica. Se há limitação, é muito mais minha do que dos veículos. Eles cobrem perfeitamente o que eu preciso. Todas essas revistas e o jornais me põem totalmente a par das necessidades que tenho. Quase toda reportagem que tem é bastante informativa.

O governo, quando toma determinada posição com relação a querer criar uma empresa que vá produzir fertilizantes, tenho uma crítica, mas é ao governo, não ao veículo. A reportagem sobre isso é bem informada, repete coisas em nome do governo que são inadequadas, mas não cabe à reportagem fazer análises técnicas.

Até dois anos atrás havia um risco de fome, de falta alimentos, com muitas especulações nas bolsas por causa de uma demanda global, com o preço das commodities disparando dia a dia. Quase todo dia saiam reportagens nas revistas sobre alimentos, fertilizantes, safras e coisas relacionadas... Mas como baixou a ansiedade nessa área, as coisas diminuíram, então tem menos informação do que naquela época, não é mais o assunto do dia. Falta nesse sentido: não é uma critica, mas uma constatação. Deixou de ter matérias nessa área, como tinha anos atrás.

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