Piratas virtuais roubam mais 130 mi de números de cartões de crédito nos EUA
Piratas virtuais roubam mais 130 mi de números de cartões de crédito nos EUA
Mais de 130 milhões de números de cartões de crédito e débito foram roubados nos EUA, de acordo com a promotoria da cidade de Nova Jersey. Até o momento, três piratas virtuais foram acusados do que é chamado como o maior crime de roubo de identidades cometidos no país. Um deles já foi detido.
A acusação feita na última segunda-feira (17) levou a prisão de Albert González, 28, morador da cidade de Miami, Flórida, era conhecido na Internet como "segvec", "soupnazi" e "j4guar17. As duas pessoas sequer foram identificadas, de acordo com comunicado da Promotoria da Nova Jersey.
Segundo informa a agência de notícias Efe, González é acusado de fazer parte de um grupo que utilizou "uma sofisticada técnica" para invadir redes de informática de entidades financeiras e comercias na intenção de roubar cartões bancários de seus usuários. Os outros dois suspeitos poderia residir na Rússia ou em localidade próxima ao país, de acordo com autoridades norte-americanas.
Os roubos começaram em outubro de 2006 e as informações colhidas então eram enviadas a servidores em operação em Nova Jersey e em outras partes dos EUA.
A Promotoria revelou que os alvos do trio eram decididos a partir da lista da Fortune 500, que aponta as empresas mais importantes. Então, os piratas virtuais estudavam o tipo de sistema que era usado para efetuar pagamentos através de cartões de crédito.
Uma vez que identificavam esses sistemas de informática, essa informação era enviada a servidores que serviriam como plataforma dos ataques informáticos", explicou a Promotoria. O órgão assegurou, ainda, que os acusados faziam uso de técnicas conhecidas como "injeção de SQL". Desse modo, obtinham uma série de informações confidenciais, entre elas, os números dos cartões.
Ainda segundo a Efe, González está em Nova York sob custódia das autoridades federais e, se condenado, pode enfrentar pena de até 35 anos de prisão, além de pagar multa de US$ 1.25 milhão.
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