PF fecha jornal e rádios no interior de SP durante 2ª fase da operação Miragem

O jornal Diário de Marília e duas rádios ligadas à Central Marília de Notícias (CMN) foram fechadas pela Polícia Federal na últimaquarta-feira (25/1), sob suspeita de ter como donos ocultos políticos da região.

Atualizado em 26/01/2017 às 09:01, por Redação Portal IMPRENSA.

e duas rádios ligadas à Central Marília de Notícias (CMN) foram fechadas pela Polícia Federal na última quarta-feira (25/1), sob suspeita de ter como donos ocultos políticos da região.
Crédito:Reprodução/Diário de Marília
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo , a edição impressa do jornal não circulou na última quarta e a edição online ficou fora do ar. Outros sites da empresa foram deletados e as rádios Diário FM e Dirceu AM tiveram os microfones lacrados.
Segundo a PF, havia uma determinação do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região para “a suspensão integral das atividades do grupo econômico de comunicação, com atuação considerada irregular”. Além das buscas nas sedes do jornal e das rádios, foi cumprido um mandado de prisão preventiva, cujo nome não foi divulgado.
A ação integra a segunda fase da Operação Miragem, que investiga crimes como associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso, desenvolvimento clandestino de atividade de telecomunicação, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Em nota, a direção do grupo disse que prepara recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), que “não há nenhuma irregularidade na empresa, considera a ação arbitrária, violenta e desnecessária e, fatos e ações com fundo eminentemente políticos”. Também informou que a empresa tem 100 funcionários, e “está tomando as providências para restabelecer as atividades”.