PF decreta prisão do publicitário João Santana em nova fase da Lava Jato
A Polícia Federal iniciou nesta segunda-feira (22/2) a 23ª fase da Operação Lava Jato e expediu um mandato de prisão contra o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas da presidente Dilma Rousseff (2010 e 2014) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2006).
Atualizado em 22/02/2016 às 09:02, por
Redação Portal IMPRENSA.
segunda-feira (22/2) a 23ª fase da Operação e expediu um mandato de prisão contra o marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas da presidente Dilma Rousseff (2010 e 2014) e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2006).
Crédito:Divulgação Publicitário é alvo da nova fase da Operação Lava Jato
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , o publicitário baiano não foi detido porque está no exterior, onde trabalha na campanha à reeleição do presidente da República Dominicana, Danilo Medina. O inquérito investiga supostos pagamentos de US$ 7 milhões a Santana pela Odebrecht em paraísos fiscais, para quitar despesas de campanhas do PT.
A PF teria encontrado anotações no celular de Marcelo Odebrecht, preso desde junho do ano passado, na 14ª fase da Lava Jato. Desde então, investigações apuram a possível existência de contas no exterior que teriam Santana como destinatário.
Os investigadores também acharam um documento manuscrito enviado por Mônica Moura, mulher e sócia do marqueteiro, ao consultor Zwi Skornicki que apontou duas contas, uma nos Estados Unidos e outra na Inglaterra. O consultor é representante da Keppel Fels, estaleiro de Cingapura que prestou serviços à Petrobras e seria o operador da propina paga pela empresa no país. A companhia teria assinado contratos de US$ 6 bilhões com a estatal entre 2003 e 2009.
No último sábado (20/2), os criminalistas Fábio Tofic Simantob e Débora Gonçalves Perez, informaram ao juiz Sérgio Moro que seus clientes estavam à disposição “para prestar todos os esclarecimentos necessários à descoberta da verdade”.
O defensor reforçou que Santana e a mulher são “jornalistas e publicitários de formação” de renome internacional no marketing político. “Cada centavo que receberam na vida sendo fruto exclusivo de seu trabalho absolutamente lícito", acrescentou.
Nesta nova fase, chamada Operação Acarajé, a Polícia Federal cumpre 51 mandados, sendo 38 de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, seis de prisão temporária e cinco de condução coercitiva.
Crédito:Divulgação Publicitário é alvo da nova fase da Operação Lava Jato
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo , o publicitário baiano não foi detido porque está no exterior, onde trabalha na campanha à reeleição do presidente da República Dominicana, Danilo Medina. O inquérito investiga supostos pagamentos de US$ 7 milhões a Santana pela Odebrecht em paraísos fiscais, para quitar despesas de campanhas do PT.
A PF teria encontrado anotações no celular de Marcelo Odebrecht, preso desde junho do ano passado, na 14ª fase da Lava Jato. Desde então, investigações apuram a possível existência de contas no exterior que teriam Santana como destinatário.
Os investigadores também acharam um documento manuscrito enviado por Mônica Moura, mulher e sócia do marqueteiro, ao consultor Zwi Skornicki que apontou duas contas, uma nos Estados Unidos e outra na Inglaterra. O consultor é representante da Keppel Fels, estaleiro de Cingapura que prestou serviços à Petrobras e seria o operador da propina paga pela empresa no país. A companhia teria assinado contratos de US$ 6 bilhões com a estatal entre 2003 e 2009.
No último sábado (20/2), os criminalistas Fábio Tofic Simantob e Débora Gonçalves Perez, informaram ao juiz Sérgio Moro que seus clientes estavam à disposição “para prestar todos os esclarecimentos necessários à descoberta da verdade”.
O defensor reforçou que Santana e a mulher são “jornalistas e publicitários de formação” de renome internacional no marketing político. “Cada centavo que receberam na vida sendo fruto exclusivo de seu trabalho absolutamente lícito", acrescentou.
Nesta nova fase, chamada Operação Acarajé, a Polícia Federal cumpre 51 mandados, sendo 38 de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, seis de prisão temporária e cinco de condução coercitiva.





