Pesquisa revela percepções de jornalistas a respeito do uso de IA na indústria de notícias
Foram divulgado ontem os resultados de um estudo da London School of Economics sobre o uso da inteligência artificial (IA) no jornalismo.
Atualizado em 20/09/2023 às 15:09, por
Redação Portal IMPRENSA.
Foram divulgado ontem os resultados de um estudo da London School of Economics sobre o uso da inteligência artificial (IA) no jornalismo.
Apoiada pela Google News Initiative, como é chamado o braço da gigante digital que atua com a auto-proclamada missão de "colaborar com jornalistas e empresários para ajudar a construir o futuro da mídia", a pesquisa foi realizada entre abril e junho e ouviu profissionais de imprensa de mais de 100 veículos notícias, de 46 países.
O trabalho revelou que os jornalistas avaliam o emprego da IA para escrever reportagens de basicamente duas formas: como uma ameça e como uma oportunidade. Crédito: Reprodução Curto News IA generativa é vista ao mesmo tempo como oportunidade e ameaça por jornalistas Coautor do estudo, Charlie Becket destacou que o jornalismo está passando por mudanças tecnológicas "tão impressionantes quanto assustadoras". Fazendo coro à maioria dos entrevistados, ele afirmou que a IA é ao mesmo tempo uma "ameaça potencial para a integridade da informação e os meios" e "uma oportunidade incrível para que o jornalismo seja mais eficaz e digno de confiança".
Resultados
Nessa linha, quase 75% dos entrevistados consideram que ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT e o Google Bard, que são capazes de gerar textos, representam uma oportunidade para jornalistas melhorarem sua "eficácia, produtividade e criatividade".
Nada menos do que 85% dos participantes do estudo revelaram já ter utilizado ferramentas de IA para escrever reportagens, artigos e títulos. Para eles, a tecnologia pode agilizar tarefas mecânicas, como transcrever entrevistas.
Por outro lado, 60% dos entrevistados expressaram preocupação com aspectos como a qualidade editorial, precisão, equilíbrio e transparência dos textos gerados por plataformas de IA. Os jornalistas também mostraram-se preocupados com as implicações éticas do uso na IA na indústria de notícias.
Apoiada pela Google News Initiative, como é chamado o braço da gigante digital que atua com a auto-proclamada missão de "colaborar com jornalistas e empresários para ajudar a construir o futuro da mídia", a pesquisa foi realizada entre abril e junho e ouviu profissionais de imprensa de mais de 100 veículos notícias, de 46 países.
O trabalho revelou que os jornalistas avaliam o emprego da IA para escrever reportagens de basicamente duas formas: como uma ameça e como uma oportunidade. Crédito: Reprodução Curto News IA generativa é vista ao mesmo tempo como oportunidade e ameaça por jornalistas Coautor do estudo, Charlie Becket destacou que o jornalismo está passando por mudanças tecnológicas "tão impressionantes quanto assustadoras". Fazendo coro à maioria dos entrevistados, ele afirmou que a IA é ao mesmo tempo uma "ameaça potencial para a integridade da informação e os meios" e "uma oportunidade incrível para que o jornalismo seja mais eficaz e digno de confiança".
Resultados
Nessa linha, quase 75% dos entrevistados consideram que ferramentas de IA generativa, como o ChatGPT e o Google Bard, que são capazes de gerar textos, representam uma oportunidade para jornalistas melhorarem sua "eficácia, produtividade e criatividade".
Nada menos do que 85% dos participantes do estudo revelaram já ter utilizado ferramentas de IA para escrever reportagens, artigos e títulos. Para eles, a tecnologia pode agilizar tarefas mecânicas, como transcrever entrevistas.
Por outro lado, 60% dos entrevistados expressaram preocupação com aspectos como a qualidade editorial, precisão, equilíbrio e transparência dos textos gerados por plataformas de IA. Os jornalistas também mostraram-se preocupados com as implicações éticas do uso na IA na indústria de notícias.





