Pesquisa mostra que crianças estão trocando outras mídias pela internet
Pesquisa mostra que crianças estão trocando outras mídias pela internet
Pesquisa anual realizada pela Ofcom, empresa britânica reguladora de telecomunicações, aponta que, ao contrário do que se pensa, as crianças, atualmente, não têm passado mais tempo consumindo mídia do que as gerações anteriores. O fenômeno está justamente no fato de elas estarem, hoje, consumindo mais e outros tipos de mídia.
Três quartos dos ingleses com cerca de 11 anos já têm sua própria televisão, videogame e celular, mas parece que as crianças não vão parar por aí. O estudo mostra que a maior parte das crianças está abandonando mídias como o DVD, por exemplo, e adotando a internet, em particular, sites de relacionamento, como mídia predileta - Há dois anos, cerca de 59% das crianças de 8 a 15 anos assistiam regularmente a vídeos. Hoje esse número não passa de 38%. Ainda há dois anos, 61% das crianças britânicas jogavam videogame, e hoje eles são apenas 53%.
Cerca de 7% das crianças inglesas de 10 anos já possuem webcam, o que demonstra que sua experiência Online é contemplada com imagens em vídeo e não restrita ao uso do teclado. Entre as crianças de 13 a 15 anos esse número sobe para 15% e uma das principais razões para isso é proliferação da conexão de internet cada vez mais rápida.
Essa série de mudanças pode ter sérias implicações no mercado de mídias tradicionais como a televisão e o rádio, por exemplo, em que o gasto com publicidade está diminuindo. A receita com anúncios Online cresceu 47% no último ano, o que representa o dobro do que recebe a televisão e quatro vezes mais do que recebem as mídias impressas. A esperança agora está nos canais de TV a cabo. A pesquisa mostra que a receita de canais pagos de televisão cresceu no último ano porque mais pessoas estariam demonstrando interesse em canais premium, para garantir o acesso exclusivamente à programação desejada. As informações são do site do jornal The Economist .
Para ler a íntegra da matéria, em inglês, .






