"Pesadelo do Kremlin", jornalista do Bellingcat é incluído em lista de procurados da Rússia
A AFP noticiou nesta segunda-feira (26 dez/22) que o jornalista búlgaro Christo Grozev, diretor-geral do site de jornalismo investigativo Bellingcat, foi incluído na lista de pessoas procuradas pelas autoridades da Rússia.
Atualizado em 26/12/2022 às 17:12, por
Redação Portal IMPRENSA.
O motivo seria a violação de um artigo do Código Penal do país.
Especializado na análise de dados disponíveis on-line, também chamada de Osint (sigla para "Open Source Intelligence"), o Bellingcat tem sede na Holanda e foi criado em 2014 pelo britânico Eliot Higgins. Crédito: Reprodução Bellingcat Nos últimos meses, o site focou seus esforços investigativos na invasão russa da Ucrânia, que começou em 24 de fevereiro. Tal postura teria levado o Kremlin a classificar a plataforma como uma "ameaça".
Atentado e envenenamento
Em entrevista concedida recentemente à própria AFP, Grozev, que é o principal responsável do site pelas investigações da guerra na Ucrânia, declarou que o Bellingcat é "o pior pesadelo do Kremlin".
Além do conflito militar, o veículo investigou o atentado contra o voo MH17, que ocorreu no leste da Ucrânia em 2014 e deixou 298 mortos, e o envolvimento de autoridades russas no envenenamento do agente Serguei Skripal e do político de oposição Alexei Navalny.
Especializado na análise de dados disponíveis on-line, também chamada de Osint (sigla para "Open Source Intelligence"), o Bellingcat tem sede na Holanda e foi criado em 2014 pelo britânico Eliot Higgins. Crédito: Reprodução Bellingcat Nos últimos meses, o site focou seus esforços investigativos na invasão russa da Ucrânia, que começou em 24 de fevereiro. Tal postura teria levado o Kremlin a classificar a plataforma como uma "ameaça".
Atentado e envenenamento
Em entrevista concedida recentemente à própria AFP, Grozev, que é o principal responsável do site pelas investigações da guerra na Ucrânia, declarou que o Bellingcat é "o pior pesadelo do Kremlin".
Além do conflito militar, o veículo investigou o atentado contra o voo MH17, que ocorreu no leste da Ucrânia em 2014 e deixou 298 mortos, e o envolvimento de autoridades russas no envenenamento do agente Serguei Skripal e do político de oposição Alexei Navalny.





