Paulo Piratininga fala da importância da comunicação corporativa no "IMPRENSA na TV"

Paulo Piratininga fala da importância da comunicação corporativa no "IMPRENSA na TV"

Atualizado em 01/12/2008 às 16:12, por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA.

Por O "IMPRENSA na TV" desta segunda-feira (01), recebeu o jornalista Paulo Piratininga, diretor da Scritta - Serviço de Imprensa, que presta serviços de comunicação corporativa a empresas médias de diversos setores.

Piratininga apresentou o livro "Como usar a mídia a seu favor - As melhores práticas para ser notícias", lançado pela editora CLA Cultural, no início do mês de novembro. Segundo ele, a idéia do livro surgiu naturalmente, posto que, a Scritta lançava com freqüência newsletters na intenção de instruir pequenas e médias empresas que não tinham experiência no trato com a mídia.

Segundo o jornalista, há escassez de literatura sobre comunicação corporativa. Desse modo, "Como usar a mídia a seu favor" servirá com instrumento de divulgação do ramo corporativo. Ele salienta, ainda, que o livro serve para todos os profissionais de comunicação, mas que não foi feito para jornalistas de redação.

Ao ser indagado sobre quais foram as fontes que influenciaram o livro, Paulo lembrou que só o cotidiano de uma assessoria poderia servir como matéria-prima. "Esse livro foi constituído na raça, feito no dia-a-dia da prática de assessoria. Os outros livros do setor são muito teóricos; a gente resolveu fazer algo bem instrutivo para auxiliar tanto estudantes como pequenos empresários".

Sobre o papel das assessorias de imprensa, o jornalista diz que elas ajudam no processo de amadurecimento de pequenos e médios empresários, justamente aqueles que não tiveram nenhuma ligação, nenhuma relação com a comunicação.

Ao final do programa, os internautas que participavam ao vivo através do chat, pediram a opinião de Paulo sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo. O jornalista foi sucinto e afirmou ter sempre preferência na hora de contratar pelos graduados em jornalismo e acrescentou: "Se determinado profissional migra de uma profissão para a outra sem um fator determinante, no mínimo ele não conseguiu ser bem-sucedido no ramo que escolheu em princípio".

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