Pascoal Monteiro e as lutas de MMA e o suingue de Aline Cardoso

Repórter lutador Um bom jornalista é bom lutador, que busca as informações, que tem determinação e foco para ser imparcial e preciso em sua matéria”.

Atualizado em 02/04/2014 às 16:04, por Redação Portal IMPRENSA.

é bom lutador, que busca as informações, que tem determinação e foco para ser imparcial e preciso em sua matéria”. A frase é de Pascoal Monteiro, jornalista, faixa marrom no judô e preta no jiu-jitsu. Quando criança, ele sempre quis ser repórter, principalmente na área esportiva, mas bastou pisar no tatame (pelo judô, aos quatro anos, e pelo jiu-jitsu, aos nove) para saber que também seria competidor.
Crédito:Ramon Zac “As duas carreiras aconteceram naturalmente, tudo foi cooperando para que eu realizasse o meu desejo de ser repórter e lutador”, conta. Além de treinar judô de vez em quando, se dedicar ao jiu-jitsu, ele compete nacional e internacionalmente, e mantém, desde 2010, a equipe “Pascoal Júnior Jiu-Jitsu”. Foi sua dedicação pela competição que abriu as portas para estudar jornalismo, pois ele teve bolsa atleta em boa parte do período de faculdade. Formado em jornalismo e pós-graduado em marketing e comunicação, Monteiro estagiou na academia do ex-goleiro da seleção brasileira de futebol, Dida, onde fazia o jornal e dava aula de jiu-jitsu; trabalhou na TV Rede Super, com esporte; e na TV Alterosa.
Hoje, além de diretor de comunicação da Liga Brasileira de Jiu-Jitsu, ele comenta as lutas de MMA transmitidas pela TV Alterosa e faz freelas no jornalismo esportivo. “Através da luta e do jornalismo eu conheci pessoas, viajei para fora do país e tenho excelente qualidade de vida. Sou grato a Deus por tudo que ele me proporcionou através das minhas duas profissões”, finaliza.
Rebolando entre lá e cá Crédito:Divulgação Aline Cardoso ainda não sabia andar, mas já ensaiava seus primeiros passos de dança. Nascida em Salvador (BA), rebolou muito nos bailes e na vida para conseguir terminar seus estudos e ajudar a família. Na hora de escolher a faculdade, os pés deram razão à cabeça e Aline foi fazer jornalismo. Já formada, foi contratada pela Rede Bahia, afiliada da TV Globo, onde trabalhou por três anos. Em seguida, foi trabalhar na Record Bahia como produtora do núcleo de rede. “Era 2011 e eu decidi fazer um curso de dança afro na Fundação Cultural do Estado da Bahia”, conta Aline.
Foi a faísca para que a jornalista se entregasse à arte. “Prestei vestibular para Universidade Federal da Bahia (UFBA) e passei em segundo lugar em Licenciatura em Dança. Orgulho da p****”, divertese a baiana. Já no quarto semestre, foi no jornal que viu uma vaga para professora em uma escola infantil. Aprovada, passou a dar aulas de dança folclórica para alunos de 3 a 16 anos. “Os mais novinhos são tranquilos, os mais velhos ajudam na coreografia. Mas, as meninas de 8, 10 anos, só brigam!”, conta.
Este ano, a jornalista voltou ao jornalismo em grande estilo. Desde janeiro, Aline é assessora de imprensa de Daniela Mercury. “Tem sido incrível trabalhar com ela e quero continuar fazendo os dois, porque a dança é a minha verdadeira paixão”.