Participante de nova temporada de "Troca de Família", da Record, comete suidício
Participante de nova temporada de "Troca de Família", da Record, comete suidício
Uma participante da terceira temporada do reality show "Troca de Família", que estreia nesta terça-feira (13) na TV Record, cometeu suicídio pouco depois do fim das gravações. No dia 7 de janeiro, a cantora Deborah de Carvalho Prado, 46 anos, se enforcou amarrada ao ventilador de teto de seu quarto.
Segundo a Veja Online, o músico Oswaldo Vecchione, 61 anos, contou que "ela curtiu fazer" o programa - em que mães com personalidades diferentes trocam de casa por uma semana - e que sua família participou pelo prêmio de 25 mil reais e para promover a banda Made in Brazil, em que o casal tocava junto. "Eu não me arrependo [de ter participado]", declarou Vecchione.
Mãe de um adolescente de 17 anos, Deborah trocou de lugar com uma mãe de uma família de anões da cidade sergipana de Itabaianinha. "Ela estava bem durante a semana de gravação, não deu nenhuma amostra do que iria acontecer", declarou à Veja Online Johnny Martins, diretor do reality show.
No entanto, disse ele, a cantora sofreu com o fato de ter exposto um caso extraconjugal do marido durante a gravação do episódio, e afirmou que a crise que havia no casamento acabou se acentuando.
Sobre a exibição do programa em que a cantora aparece, Martins explicou que a Record ainda estuda que posicionamento irá tomar. "A rigor, não há um entendimento jurídico para a gente não exibir, e a família não se opõe. A princípio, portanto, nós vamos passar", disse. Caso seja aprovado, ele deve ir ao ar em abril.
Para o diretor de "Troca de Família", apesar de na temporada passada uma das participantes ter sofrido um colapso nervoso, esta é a primeira vez que ocorre um incidente mais grave no programa - que deve continuar tendo o mesmo formato. "A participação no reality show não determinou o destino da Deborah", afirmou.
Moradora de Atibaia, a cerca de 60 quilômetros de São Paulo, Deborah já havia sido internada em 2006 com depressão e anorexia. Segundo sua cunhada, Telma Vecchione, ela não deixou bilhete ou carta de despedida.
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