Parlamento israelense aprova lei que tira jornal gratuito de circulação
Para muitos, o "Israel Hayom" faz propaganda em favor do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Atualizado em 13/11/2014 às 18:11, por
Redação Portal IMPRENSA.
Nesta quarta-feira (13/1), o Parlamento israelense aprovou uma lei que tira de circulação o popular jornal gratuito Israel Hayom . A publicação, conhecida por supostamente apoiar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, é acusada de usar recursos desleais de concorrência.
Crédito:Reprodução Jornal sairá de circulação por prejudicar competição comercial
Segundo o site Jewish Business, o texto aprovado não cita o nome do Israel Hayom , mas proíbe a circulação de qualquer jornal diário gratuito, publicado seis dias por semana, com pelo menos 30 páginas em dias úteis e 100 páginas aos fins de semana. Só será permitida a distribuição de publicações gratuitas por até seis meses.
De acordo com os parlamentarem que votaram a favor da proibição, o Hayom causou desequilíbrio na disputa pelo mercado editorial e comercial no país. O diário tinha taxas de anúncios bem mais baixas do que outras grandes publicações, o que teria prejudicado financeiramnete empresas de mídia rivais. "Essa lei procura criar condições para tornar possível a competição justa no mercado de jornais impressos", diz o texto.
Essa foi apenas a primeira de três votações que definirão se a lei será ou não posta em prática. Em comunicado, o jornal condenou a decisão e disse que "este é um dia de vergonha e desgraça para os membros do Parlamento". "A proposta de lei deixa claro que a intenção não é salvar o jornalismo israelense, mas apontar de forma pessoal e vingativa contra um jornal sozinho", declarou a empresa.
Crédito:Reprodução Jornal sairá de circulação por prejudicar competição comercial
Segundo o site Jewish Business, o texto aprovado não cita o nome do Israel Hayom , mas proíbe a circulação de qualquer jornal diário gratuito, publicado seis dias por semana, com pelo menos 30 páginas em dias úteis e 100 páginas aos fins de semana. Só será permitida a distribuição de publicações gratuitas por até seis meses.
De acordo com os parlamentarem que votaram a favor da proibição, o Hayom causou desequilíbrio na disputa pelo mercado editorial e comercial no país. O diário tinha taxas de anúncios bem mais baixas do que outras grandes publicações, o que teria prejudicado financeiramnete empresas de mídia rivais. "Essa lei procura criar condições para tornar possível a competição justa no mercado de jornais impressos", diz o texto.
Essa foi apenas a primeira de três votações que definirão se a lei será ou não posta em prática. Em comunicado, o jornal condenou a decisão e disse que "este é um dia de vergonha e desgraça para os membros do Parlamento". "A proposta de lei deixa claro que a intenção não é salvar o jornalismo israelense, mas apontar de forma pessoal e vingativa contra um jornal sozinho", declarou a empresa.





