Paraguaio procurado pela Interpol por morte de jornalista é detido no PR
O paraguaio Flavio Acosta Riveros, procurado pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), foi preso no centro de Pato Branco (PR), no último sábado (10/1).
Atualizado em 11/01/2016 às 11:01, por
Redação Portal IMPRENSA.
procurado pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), foi preso no centro de Pato Branco (PR), no último sábado (10/1). Ele está envolvido na morte do jornalista Pablo Medina e da assistente dele, Antonia Almada, ambos do jornal ABC Color.
De acordo com o jornal Bem Paraná , Riveros deve responder por falsidade ideológica e tentativa de homicídio. Ele portava documentos com o nome de Flávio Valério de Assunção. Ao ser identificado, o suspeito confessou a autoria do crime. Crédito:Reprodução Polícia paranaense prende acusado de matar jornalista
Pablo Medina trabalhava para o jornal ABC Color e sofreu diversas ameaças após produzir reportagens que denunciavam o esquema do narcotráfico na região do estado paraguaio de Canindeyú, na Fonteira com Mato Grosso do Sul no Brasil. Ele e a assistente foram cercados e mortos a tiros enquanto faziam imagens na margem de uma rodovia. O crime ocorreu em outubro de 2014.
A prisão de Acosta Riveros Flavio foi efetuada após uma denúncia de agressão feita por uma mulher identificada como namorada do paraguaio. Ele também deve responder por tentativa de homicídio no caso.
O delegado de Pato Branco, Getúlio Vargas, afirmou que Riveros é um criminoso de alta periculosidade. Ele ficará preso na 5ª SDP da cidade até o pedido formal da extradição.
De acordo com o jornal Bem Paraná , Riveros deve responder por falsidade ideológica e tentativa de homicídio. Ele portava documentos com o nome de Flávio Valério de Assunção. Ao ser identificado, o suspeito confessou a autoria do crime. Crédito:Reprodução Polícia paranaense prende acusado de matar jornalista
Pablo Medina trabalhava para o jornal ABC Color e sofreu diversas ameaças após produzir reportagens que denunciavam o esquema do narcotráfico na região do estado paraguaio de Canindeyú, na Fonteira com Mato Grosso do Sul no Brasil. Ele e a assistente foram cercados e mortos a tiros enquanto faziam imagens na margem de uma rodovia. O crime ocorreu em outubro de 2014.
A prisão de Acosta Riveros Flavio foi efetuada após uma denúncia de agressão feita por uma mulher identificada como namorada do paraguaio. Ele também deve responder por tentativa de homicídio no caso.
O delegado de Pato Branco, Getúlio Vargas, afirmou que Riveros é um criminoso de alta periculosidade. Ele ficará preso na 5ª SDP da cidade até o pedido formal da extradição.





