Paradeiro de repórter francesa ferida em bombardeio na Síria segue incerto

O The Time informou nesta terça-feira (28/2) que somente Paul Conroy, um dos jornalistas estrangeiros feridos na cidade síria de Homs, conseguiu fugir para o Líbano após operação de 26 horas que resultou na morte de 13 pessoas.

Atualizado em 28/02/2012 às 17:02, por Redação Portal IMPRENSA.

Embora o presidente francês, Nicolas Sarkozy, tenha anunciado que a jornalista francesa Edith Bouvier também havia escapado, teve que desmentir a informação e afirmar que a situação de Edith continua incerta.


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A jornalista francesa e o britânico Paul Conroy foram feridos na semana passada num bombardeio que matou a correspondente norte-americana Marie Colvin e o fotógrafo francês Rémy Ochlik.


O drama de Edith Bouvier na Síria veio à tona após apelo dramático em vídeo da jornalista enviado ao YouTube. Edith, que teve a perna fraturada, precisa ser operada e pediu para ser resgatada.


O grupo de direitos humanos sírio Avaaz disse ao The Times que Conroy, Edith e mais dois jornalistas, o fotógrafo William Daniels, e Javier Espinosa, do El Mundo , que não estão feridos, decidiram partir na noite do último domingo (26/2), durante intervalo dos bombardeios.


A informação é de que os feridos foram levados em macas por uma rota usada para contrabando de suprimentos entre Homs e a fronteira com o Líbano. No entanto, na primeira parte do caminho o grupo foi atacado por atiradores e obrigado a se separar. Bouvier e os outros dois jornalistas foram forçados a recuar após o ataque.


Três ativistas foram mortos durante o ataque e Paul Conroy foi o único dos jornalistas a conseguir escapar. De acordo com o porta-voz do Avaaz os outros jornalistas devem estar em Bab Amro. Entretanto, nenhuma entidade confirma a localização dos profissionais.


Com informações de O Globo.