Para ONU, jornalistas e ativistas enfrentam riscos crescentes na América Latina
Assassinatos e ataques a jornalistas e ativistas de direitos humanos vêm aumentando na América Latina, desenhando um panorama sombrio na região, segundo dados das Organização das Nações Unidas (ONU), publicados na segunda-feira (1º).
Atualizado em 02/05/2017 às 14:05, por
Redação Portal IMPRENSA.
e ativistas de direitos humanos vêm aumentando na América Latina, desenhando um panorama sombrio na região, segundo dados das Organização das Nações Unidas (ONU), publicados na segunda-feira (1º). Crédito:ONU / Jean-Marc Ferré Em entrevista coletiva, segundo a EFE, o alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein, falou claramente dos casos de México, Brasil, Colômbia, Venezuela e Honduras.
Do Brasil, Zeid denunciou o aumento dos ataques contra ativistas vinculados à luta pela terra e seus recursos, particularmente nos estados do Pará e do Mato Grosso. "O governo deve fazer mais para lutar contra a impunidade que parece existir de crimes violentos contra os que defendem os direitos humanos", afirmou.
Sobre o caso da Venezuela, Zeid enfatizou que o caminho escolhido pelo governo - o de "reprimir as vozes dissidentes" -, não resolverá a agitação que reina há um mês nas ruas.
Sobre o México, o alto comissário disse que os assassinatos de jornalistas e defensores dos direitos humanos continuam acontecendo e que "somente 6% dos homicídios são solucionados, o que evidencia uma brecha de impunidade enorme que deve ser resolvida.

Do Brasil, Zeid denunciou o aumento dos ataques contra ativistas vinculados à luta pela terra e seus recursos, particularmente nos estados do Pará e do Mato Grosso. "O governo deve fazer mais para lutar contra a impunidade que parece existir de crimes violentos contra os que defendem os direitos humanos", afirmou.
Sobre o caso da Venezuela, Zeid enfatizou que o caminho escolhido pelo governo - o de "reprimir as vozes dissidentes" -, não resolverá a agitação que reina há um mês nas ruas.
Sobre o México, o alto comissário disse que os assassinatos de jornalistas e defensores dos direitos humanos continuam acontecendo e que "somente 6% dos homicídios são solucionados, o que evidencia uma brecha de impunidade enorme que deve ser resolvida.






