Para emissoras, proibição de publicidade ameaça canais exclusivamente infantis
Representantes de canais defendem a não aprovação do projeto de lei que restringe publicidade voltada às crianças.
Atualizado em 17/04/2014 às 11:04, por
Redação Portal IMPRENSA.
Representantes de emissoras e entidades ligadas ao mercado anunciante concluíram que a programação infantil, cada vez mais ausente nas emissoras abertas, pode sumir também da TV paga, caso seja aprovado o projeto de lei que restringe a publicidade voltada às crianças.
Crédito:Divulgação Canais infantis podem deixar de existir com proibição de publicidade para crianças
O projeto de lei 702/11, criado pelo deputado Áureo (SDD-RJ), proíbe qualquer tipo de publicidade infantil nos canais pagos e abertos, das 7h às 22h.
De acordo com a coluna "Outro Canal", da Folha de S.Paulo , a discussão realizada em audiência na Câmara, na última terça-feira (15/4), não resultou em um consenso e o projeto deve ser votado ainda neste semestre.
Os favoráveis, alegam que as crianças são muito vulneráveis ao consumo e devem ser protegidas, a turma contrária, entretanto, chamou o projeto de "censura". Já os representantes de canais abertos e da TV paga alegam que a proposta vai banir as crianças da TV, uma vez que as emissoras investem em atrações que são sustentadas por publicidade.
Crédito:Divulgação Canais infantis podem deixar de existir com proibição de publicidade para crianças
O projeto de lei 702/11, criado pelo deputado Áureo (SDD-RJ), proíbe qualquer tipo de publicidade infantil nos canais pagos e abertos, das 7h às 22h.
De acordo com a coluna "Outro Canal", da Folha de S.Paulo , a discussão realizada em audiência na Câmara, na última terça-feira (15/4), não resultou em um consenso e o projeto deve ser votado ainda neste semestre.
Os favoráveis, alegam que as crianças são muito vulneráveis ao consumo e devem ser protegidas, a turma contrária, entretanto, chamou o projeto de "censura". Já os representantes de canais abertos e da TV paga alegam que a proposta vai banir as crianças da TV, uma vez que as emissoras investem em atrações que são sustentadas por publicidade.





