Paquistão é considerado país mais perigoso para imprensa, diz CPJ

Paquistão é considerado país mais perigoso para imprensa, diz CPJ

Atualizado em 16/12/2010 às 09:12, por Redação Portal IMPRENSA.

Segundo o Comitê de Proteção aos Jornalistas ( ), o Paquistão se tornou o país mais perigoso no mundo para a imprensa. Segundo a organização, ao menos oito jornalistas morreram este ano em território paquistanês, seis deles durante ataques suicidas ou troca de tiros.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo , neste ano o país registrou queda no número de mortes de profissionais de imprensa comparado a outros países. Em 2010, 42 jornalistas morreram no Paquistão, ante 72 em 2009. O CPJ também cita o México, o Iraque e as Filipinas entre os locais que apresentam índices elevados de incidentes envolvendo representantes da mídia.

Em março, o jornalista britânico Asad Qureshi foi sequestrado no Paquistão por insurgentes islamitas, e libertado em setembro. Ao ser raptado, Qureshi estava em uma cidade doninada pelos talibãs paquistaneses aliados da organização fundamentalista Al Qaeda.

Em junho deste ano um estudo divulgado pela Organização Article 19 e pelo Centro Nacional de Comunicação Social (Cencos) apontou o México como o país mais perigoso para o exercício do jornalismo na América Latina, desbancando a Colômbia. Das 244 agressões sofridas contra profissionais de imprensa, 65,57% foram cometidas por funcionários do governo do México e 6,15% pelo crime organizado.

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